JOGOS ( II Capítulo)








II Capitulo



                                                                    Pressão


- Não vai rolar?- Ela repetiu a declaração negativa feita por mim. Um verdadeiro fora em Vanessa. - Complicado você, né? Em vez de sermão poderíamos estar usando o momento pra nos divertimos. – Fez menção de abrir minha braguilha, mas a impedi.
- Não. – Segurei a mão dela com força, e ela, cheia de artimanha levou minha mão aos seios dela.
O toque na pele macia, suave e quente foi estarrecedor. Descargas elétricas chicotearam meu corpo. Não poderia permanecer ali sozinho com ela, não era de bom censo. Até pensei quando parei o carro que daria um ponto final nesta historia. Mas, ali vendo a disposição dela por sexo, e por sexo comigo o melhor era manter distancia, pois do contrário sucumbiria aos encantos de Vanessa. Certamente o melhor a fazer era prosseguir a viagem e o mais cedo possível chegar ao nosso destino, à casa de Joseane no Renascença.
Tomei minhas mãos das de Vanessa. Liguei o carro e sai mais do que nunca querendo chegar.
- Lucas você é muito complicado. – Tendo dito, voltou-se para o banco de trás, onde uma de suas malas estava. Abriu-a para pegar short e blusa. Enquanto o traseiro ficou exposto para meu deleite. 
Vanessa era muito bonita. Vendo aquele trazeiro enorme pensamentos vãs blindaram na minha cabeça com imagens sacanas. Como por exemplo: Penetrá-la pro traz, ou lamber aquele cú. Balancei a cabeça reprovando-me por imaginação tão vil. Ainda, procurei justifica que aqueles pensamentos atrevidos acharam guarida em mim, porque há três dias não transava com Joseane. Nem um boquete teve, porque estava muito ocupada no estágio real no Hospital Psiquiátrico de São Luis. Ultimamente nem para umas carícias mais intensas ela tinha tempo, e como sou compreensível a entendi.
Vanessa se vestiu.
Vestida declarou:
- Não sou de desistir fácil. Até gosto de homem difícil. - Roçou meu rosto. Depois, sadicamente encheu a mão da minha genitália. E prometeu. – Viajo no Domingo, e antes da minha viagem vou chupar essa rola. Custe o que custar. – Feito a promessa afastou-se e emudeceu.
No momento em que segurava minha parte intima fui tomado por sensações libidinosas. O toque, a pegada firme, a maciez, a delicadeza dos dedos, da palma da mão de Vanessa foram vitais para provocar uma excitação extremada que evidentemente foi sentida por Vanessa, embora tenha sido discreta quanto ao fato do meu membro nas mãos dela tenha ganhado dimensão e rigidez desfreado como um leão que depois de ferido é dominado pela fúria, e indomável somente retorna ao estado de acomodamento após devorar o agressor.



Entre os dedos de Vanessa não obtive nenhum comportamento brusco no propósito de distanciá-la, tampouco a ataquei com palavras raivosas. Nenhum um movimento de minha parte para me livrar das mãos dela, simplesmente porque eu gostei. Meu corpo queria que o momento fosse estendido, que o tempo parasse e num parêntese do tempo pudesse dar asas aos meus pensamentos: Comê-la, provar se realmente ela era boa de oral ou se era apenas propaganda enganosa. Nos parênteses do tempo ninguém saberia e o meu relacionamento não estaria ameaçado por uma louca. Louca essa que dela eu nada sabia, além do fato de ser louca por rola.
Aumentei a velocidade do carro. Era fato: Não poderia fica mais sozinho dividindo o meu espaço com Vanessa. O bom censo me dizia isso: Chega logo na casa de tua namorada. 
Instante depois reduzir a velocidade, pois enfim entrei no Condomínio de Joseane. Para nossa surpresa Joseane nos esperava a porta de sua casa. Avistamo-la ao longe. 


Parei o carro próximo de Joseane. Vanessa desceu apressada muito feliz em poder estar com amiga. Ambas se abraçaram num abraço repleto de gritaria, histeria. Em outras palavras, um típico encontro de mulher que faz muito tempo que não se veem. Eu permaneci no carro observando a cena.
- Meu Deus nem acredito... - Gritava Joseane ora abraçando, ora observando a amiga a fim de constatar se de fato era real o momento.
- Também nem acredito. Ai, ai... – Gritava de histeria.
- Temos tanto pra conversar. – Repetia Joseane entre gritaria e lapso de racionalidade.
Vendo a cena foi impossível não notar. Era totalmente outra pessoa que estava em frenesi; em beijos, abraços e muita histeria com Joseane. Não era a mesma pessoa que no percurso do aeroporto ao Renascença tentou me agarrar. Eram duas pessoas totalmente diferentes. Concluir a análise: Ou a falsidade era muito grande, ou eu realmente não compreendia as mulheres.
Encerrado o momento de histeria Joseane perguntou a Vanessa:
- O Lucas foi gentil com você?
- Muito. O teu namorado é um cavalheiro.
- Bom saber. Eu e o Lucas levaremos tuas malas. – Disse vindo até a porta do carro, onde eu estava. – Vou levá-la até meus pais e volto logo para levarmos a as malas dela. Ok?


Balanço a cabeça positivamente.
Sem demora Joseane retorna. Entra no carro e senta na mesma poltrona, onde Vanessa estava sentada. Rapidamente imaginei a reação de Joseane se por acaso soubesse da atitude da amiga. O jeito como era brava, sem duvida partiria para vias de fatos.
- Obrigada. – Afagou meu rosto enquanto olhava dentro dos meus olhos. – É muito bom saber que posso contar contigo. E é melhor ainda, saber que posso contar com você mesmo quando não concorda. Mesmo não concordando, ainda assim você faz meu gosto, simplesmente pra me agradar. Obrigada – Trás para si meu rosto. Cheira a região do meu ouvido delicadamente enquanto inalo o aroma gostoso do seu cabelo. O rosto dela roça o meu de tão perto que estávamos numa singeleza quase que inocente para em seguida torna-se febril; essa era uma característica de Joseane que me cativava. Ela não ia direto ao ponto, pelo contrário, dosava, ia brincando, experimentada na paciência, prolongando o momento cujo resultado era me esbaldar no prazer.


Passou a língua no lóbulo da minha orelha. Fiquei arrepiado. Murmura no meu ouvido:
- Eu amo você, Lucas.
Desceu a mão direita, sem cerimônias, direto para minha braguilha, e abriu-a. Ternamente acariciou meu pau ainda na cueca. Indo da base a glande.
- Fico tão satisfeita em saber que ti deixo assim. – Falou olhando para meu pau ainda na cueca.
- Sou teu. – Informei cheio de verdade, cheio de entrega. “Até aqui continuava mantendo a minha palavra de jamais traí-la” era eivada deste sentido a minha declaração. Pena que ela não conseguiu alcançar a extensão das minhas palavras tampouco as poderia dizer abertamente, porque teria que explicar quem de fato era Vanessa.


Joseane usava calça branca, que era a farda exigida pelo Hospital, onde estava estagiando, contudo a blusa não fazia farte da farda. O que presumir que havia tomado banho e trocado a roupa, talvez tenha feito apressada, porque na afobação vestiu novamente a calça que usava no hospital. Quanto à blusa era leve proporcionando que os seios saltassem á depender dos movimentos que fizesse. Exalava sensualidade.
Quanto a mim estava bem discreto: Bermuda caqui e camisa Calvin Klein. Usava corte de cabelo baixo, suíça grande que prolongava ao encontro do cavanhaque sugerido por Joseane, segundo ela me deixava mais macho, mais viril ao ponto de penas me ver já a excitava. Depois que passei a usar constatei que caia bem, de fato me deu uma aparência mais madura. Por isso aderi o cavanhaque.
- Há três dias que não transamos. – Reclamei crente que daríamos uma rapidinha.
Joseane nada respondeu, agiu o que foi muito melhor. Deixou a caricia de lado, na região do meu sexo, e passou com veemência a palpá-lo simultaneamente lambeu minha orelha. Respirou fundo e eu pude sentir o hálito de baunilha de quem acabara de escovar os dentes; hálito fresco que atiçou ainda mais a tensão sexual que pairava dentro do carro.


- Obrigado amor. – Disse pausadamente com sensualidade. Feito isso avançou até o canto dos meus lábios, onde repousou um beijo de cadencia fraca, molhado, por minha vez, eu correspondi sem pressa, sem exageros apenas me entreguei ás vontades de Joseane. De repente intensificou o beijo, com a língua exposta lambeu meus lábios em movimentos articulados, quase que coreografados; claro que respondi, tocando a língua dela com a minha, afagando os lábios dela ao mesmo tempo em que ela também afagava a minha. Tudo bem compassado no mínimo detalhe até na inclinação da cabeça.
Beijava-me intensamente sem deixar de lado meu pau. Terminado a fase afago sobre a cueca, partiu para tocá-lo sem a barreira da cueca. Pela beirada da cueca o tirou e o segurou pela cabeça. Subiu na mesma hora uma sensação boa que se propagou rapidamente pelo meu corpo, algo sexual, que quase me fez perder o controle, atropelar ás preliminar e a foder logo sem mais delongas. 
Verificando que pela beirada havia atrapalho resolveu tirá-lo pela parte normal da cueca, onde sem dificuldade aparente saiu pela braguilha para Joseane manuseá-lo. No fim de ajudá-la abri o botão da bermuda deixando meu sexo cativo à mão de Joseane que iniciou movimentos repetitivos de vai-e-vem para cima e para baixo.


Suspirei embriagado de tesão.
Ela continuou me masturbando.
Ela continuou chupando minha língua. E eu continuei suspirando completamente entregue as suas mãos.
- Posso gozar na tua boca, amor? - Entre beijos lancei a pergunta.
Joseane parou o movimento de vai-e-vem de repente. Atentou-se para a região da cabeça rosada, delicada, sensível. Ali entorno fechou a mão. Apertou. Em seguida subiu e desceu bem devagar. Subiu e desceu. Se não bastasse com ar faceiro tocou com dois dedos a cabeça rosada como que conferisse o local, que era não só macio, mas também delicado por ser revestido de pele fina, portanto requeria devoção, carinho, cuidado já que qualquer passo em falso acarretaria dor insuportável. Devotada com os dois dedos nele começou a fazer movimentos circulares estimulando a região; os movimentos circulares eram precisos, dentro de uma dosagem equilibrada: Não tão forte, não tão lento, na velocidade ideal cujo efeito foi inchá-lo, deixá-lo proeminente. 


Fui a outro mundo e voltei. Custava gozar mais não agüentaria mais, explodiria nas mãos de Joseane sem mais tardar se continuasse com aquela destreza. Ela percebeu meu estado, por dois motivos: Meu suspiro ficou mais profundo, e expeli gotículas de espermas que, agora servia de lubrificante para as mãos dela facilitando assim a tarefa de executar os movimentos repetitivos. Ressalto a significativa esperteza de Joseane que me estimulava especificamente entorno da região da glande, onde a sensibilidade era extrema, principalmente por causa do lubrificante natural. 
Ela continuou subindo e descendo. Subindo e descendo - Gozar na minha boca? Sou mulher de palavra amor. Na hora certa permitirei. Por enquanto tá bom. – E abruptamente parou de me masturbar e me beijar vorazmente, do nada.

Não entendi nada. Antes que eu tivesse o tempo para protestar Joseane saiu do carro.
Voltou-se já na porta do carro, e falou:
- Recomponha-se, depois leva as mala de Vanessa para o quarto dela. Ela vai ocupar o quarto ao lado do meu. 
Sem esperar nenhuma resposta minha bateu a porta do carro e me deixou no estado de excitação tremenda. Furioso desferir dois socos no guidom do carro acompanhado com o palavrão:
- Caralho.
Sei que o soco desferido não solucionava minha situação, mas aliviava a minha raiva. Ajeito-o na cueca, fechei a braguilha e sem nenhum entusiasmo pego a duas malas de Vanessa e as levo.
Entro no quarto especificado por Joseane. Não se encontrava nem Joseane nem Vanessa. Gosto de ambas não estarem, principalmente Joseane com quem a essa altura estava furioso pela molecagem de não ter finalizado o que começou. Essa atitude dela foi uma verdadeira molecagem. O pior: Eu estava em brasas.


Botei as malas ao lado da cama. Quando me virei para ir embora, eis que surge vindo do banho, somente de toalha, Vanessa.
- Sei o que tua namorada acabou de fazer com você. Estava observando da janela.
- O quê? – Interrogo-a cético. Ora era demais o fato de Vanessa esta me vigiando. Era demais.
- Pelo visto você ainda tá animado. – E realmente eu estava ainda duro. - Aproximou-se. – Se quiser posso resolver esse problema. - Permaneci parado, calado.
Ela se aproximou ainda mais. E como não me movia certamente encarou minha inércia como anuência, pois me empurrou na cama. Cai de costa. 
Ela sentou sobre mim na região do meu sexo e lançou a toalha pra longe. Nua completamente nua sobre mim comentou:

- Você tá muito animado. É perceptível.
Mesmo sedento por sexo. Mesmo perceptivelmente precisando gozar, alias, fazia três dias que não gozava ecoaram na minha cabeça a promessa feita a Joseane que jamais a trairia. Lembrei das palavras que utilizei para selar a promessa: “Eu te amo, porque você é o presente de Deus para minha vida. Por isso o sentimento que trago no peito foi colocado pelo criador. Procurei-te por muito tempo na esperança de encontrar a felicidade e o tempo oportuno chegou! És minha, sou teu. Pedi-te para Deus, Ele atendeu. Agora honrarei o presente, buscarei de todas as formas fazer-te feliz. Amo o teu sorriso, teus abraços, os teus beijos. Respeito com veemência a tua confiança, Joseane, sobretudo tua cumplicidade! Como a flor um belo sentimento, por te, tomou forma no meu peito. Deus estar alimentando-o, só nos resta cuidarmos, tomarmos a responsabilidade de por ele sermos abençoados e juntos sob o olhar atento do todo poderoso aperfeiçoarmos esse sentimento que é a fonte da minha vida!”

Diante do eco da promessa rolei na cama. Vanessa caiu de lado, obtive o cuidado para não machucá-la. Sem olhar para trás deixei o quarto, a casa de Joseane.
Tudo que eu precisava era de uma boa ducha para refrescar a cabeça.


Continua...

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