JOGOS ( V Capítulo)




FODA-SE!




Então, colocando meus sentimentos de lados, decidido falei:

- Sabe de uma coisa? Foda-se! Contudo, há uma condição. Terão sem direito ao contraditório de seguir as minhas regras. E as minhas regras resumem numa só: obedeçam ao que eu disser, ao que eu mandar. Não tem negociação. 

Retorno em direção a Vanessa que estava sentada no sofá maior. No percurso tiro a camisa e jogo no rosto de Joseane. Os dois gomos do meu peitoral ficam expostos. A ação é premeditada a fim de elas contemplarem e consequentemente os hormônios entrarem em ebulição. Eu tinha ciência que meu peitoral tinha um efeito terrível sobre o sexo feminino. Graças à malhação pesada.

Havia dois sofás. Ambos eram brancos, com almofadas brancas; sala ampla, TV 50 polegadas, mesa de centro, tudo bem arrumado, do outro lado da sala, uma escada que dava para os quartos de cima. 

Num movimento me livro dos sapatos. Em passos lentos vou ao encontro de Vanessa. Ela me assistia em expectativas. 

- O meu primeiro comando é, desliga a TV, Vanessa! – Como meio de sujeitá-la mais facilmente, ofereço um aperitivo, a saber, aperto o inchaço na minha calça. Ela suspira e atende o meu comando.

- O que vai fazer? – Perguntou Vanessa ansiosa por respostas.

- O que desde o principio tá querendo de mim.

Peitoral nu. Braços nus enormes e fortes. Entrei no jogo delas para ganhar. Ombros largos. Costas largas e bem definidas. Mesmo ciente que eu era um cara boa pinta jamais pensei em trair Joseane, agora que ela aprendesse. Vou me divertir, pensei em desvario com as possibilidades que poderíamos protagonizar. Vou saciar minha carne e depois... Meu coração aperta em lembrar as juras de amor que fiz para Joseane, da decisão de repartir a vida com ela. Balanço a cabeça me livrando da lembrança, e digo para me mesmo, “cara essa mulher não te merece. Entenda isso. Vá em frente. Ela quer vara, então dê vara para ela.”

Graças a Deus Vanessa me tira da briga comigo mesmo.

- Tu tens me deixado intrigada. Tua fidelidade há minha amiga aumentou meu tesão por ti.

- Modéstia a parte, eu provoco isso nas mulheres. –Sou frio, uma pedra de mármore. O que me move é vê-las gemendo no meu cacete. Meus passos são lentos como se eu estivesse numa passarela exibindo meu corpo, provocando a multidão, arrancando suspiros. 

- Tenho almoçado e jantado comida de primeira Vanessa. Eu passo bem. - Gaba-se Joseane.

A analogia usada por Joseane reverbera no meu coração, contudo me mantenho altivo. Não sou um pedaço de carne.

- Tuas palavras são um aperitivo a mais, só de ouvi-las aumentou o meu tesão. Tô louco de tesão... – Minto. Às palavras de Joseane me fere gravemente, mas de jeito nenhum demonstraria, por isso, falo sem me virar para Joseane que permanece em pé a porta, no mesmo lugar, onde tivemos nossa ultima conversa. Estou fitado em Vanessa. –... Devo avisá-las que as foderei no doze. Vamos ter uma foda pesada e não quero ver ninguém se acovardando. Vão levar pica. 

Paro diante de Vanessa sentada no sofá maior. 

- Fica de joelhos diante de mim. 

Vanessa sem pestanejar ficou de joelho diante de me esperando os comandos. A mulher era baita de uma gostosa. Meu pau vibrou na cueca.

Mando:

- Lambe a extensão do volume na minha calça. 

Em vez de lamber, ela me toca. Eu a interpelo.

- É pra lamber porra e não me tocar. Faça direito, mostra pra mim que as loiras não são burras. 

Ela rir das minhas palavras. Lambe toda extensão do volume formado na minha calça. Ela não se ofende com as minhas palavras, por obvio, em outra circunstancia, restaria configurado injuria e estaria puta da vida comigo. Em outras circunstâncias.

- isso. Isso. Boa menina.

Joseane observa orgulhosa como se fosse minha dona.

Permito Vanessa usar as mãos. Ela aperta o volume. 

Estremeço.

- Percebo que tu gostas. Sabes tratar bem um pau. Vou fazê-la engasgar com o meu pau.

- Não vejo a hora que isso aconteça. 

- Não falei que meu namorado tem pegada forte. – Joseane dá testemunho do meu desempenho. – Tenho certeza que homem nenhum nunca te comeu do jeito que Lucas vai te comer. Tenho certeza! Vai gamar.

Sempre mandão, digo:

- Abra minha braguilha. 

Ela abriu. Aparece um pouco minha cueca branca com um razoável inchaço. 

- Um pacotão. – Vanessa exprime admirada.

- O botão da calça...

Ela entende e desabotoa. A calça desce pelas minhas coxas e ai fica. Meu pau está alojado na cueca boxer branca do lado esquerdo, deitado. Ela demonstrando experiência com delicadeza vai expondo meu pau. O movimento dela é comedido. Primeiro expõe a região da base aplicando vários beijos dos quais são sentidos como bomba de sensações explodindo no meu ser. 
A meta dela é fazer um percurso de beijos até chegar à cabeça. Isso ficou claro para mim, depois ela queria me impressionar. Isso também estava claro. A cada parte exposta ela puxa pelo cós da cueca pra baixo. Deteve-se no meio do moleque acariciando com os lábios e enchendo de beijos. Finalmente expôs num movimento a cabeça do moleque que em riste escapuliu com força, ela imediatamente o domou pegando-o pelo pescoço e levando contra a barreira da minha barriga trincada. Fez isso para poder avançar nas minhas bolas: lambendo-as. Chupando-as. A moça era sagaz com a boca. Experiente. Quanto a isso não pairava nenhuma dúvida.

Só depois de se deliciar com as bolas voltou-se a atenção a cabeçona do meu pau.

- É grande. Do jeito que eu gosto. 

- É todo teu. Quero mamada fortes, porra. E se não mamar direito vai apanhar. 

Vanessa investiu chupando. Mamando avidamente. 

- Já vi que tens jeito pra coisa. Sabes mamar. – Meu elogio arranca desmedida atitude em querer fazer o melhor. Ela esboça um riso contente com o meu pau a boca. - Menina levada.

Com a cueca boxer rente á calça, resolvo ensiná-la, então de fato, o que significa foder uma boca. Tirei-me de dentro da boca dela e desferi uma tapa no seu rosto. Ela se espantou. Não esperava minha atitude brusca, porém não reclamou.

- Reparei que tens experiência com pica de macho. Quanta já mamou? – Embora, tenha perguntado não me importava à resposta. - A minha é melhor, não é? Por isso, peça minha pica. Peça pro teu macho. Peça pica, porra! 

Outra tapa. 

As tapas que ela recebia aguçaram consideravelmente sua libido. Ela ficou mais elétrica, mais disposta. O sangue circulou melhor.

- Não vai pedir? Peça! 

Agarrei meu falo pela base e bati na cara dela. 

- Toma loira burra. Eu sei que você gosta de pica. Apanha com minha pica. 

Continuei batendo na cara de Vanessa com o meu pau.

As pancadas visivelmente assanharam Vanessa. A cada vez que meu pau tocava seu rosto ela queria tomá-lo as mãos e mamá-lo. Movida pelo desejo de me ter a boca, ela implorou:

- Eu quero pica. Eu quero pica. Eu quero mamar essa pica grande e grossa.

Uma vez conseguido que ela implorasse por pica, levei o pau a boca de Vanessa. Quis servi-la. Sedenta ela não gostou de ser servida, impediu minha boa ação, ela mesmo queira se servir. Bateu na minha mão, não o deixou que o pegasse.

- Eu faço.

Não gostei da má criação, então em represaria dei mais uma tapa. Não parei por ai, de posse dos cabelos dela, controlei-a como fosse uma marionete. Assim sendo, esfreguei seu rosto no meu sexo. Primeiro lentamente, para intensificar logo depois. 
Dominada a deixei a mercê dos meus caprichosos. E em nenhum momento ela reclamou. Ora e outra Joseane elogiava meu desempenho.
Disse Joseane:

- Envolvente tão quanto inebriante tê-lo tão perto. Certamente que um misto de adrenalina e desejo está brincando com teus sentidos. O que me leva pensar que jamais se esqueceras desta noite, minha amiga. - E arrematou. – Esse é meu homem!

Ela sem hesitação ou receio permitiu ser dominada.

- Pediu pica, né? Vai ter. 

Pelos cabelos a sentei no chão encostada ao sofá. Fiquei de frente para ela. Eu em pé, ela sentada rente ao sofá. 

- Peça novamente.

- Eu quero pica. –sedenta.

- Chegou o momento de se esbaldar com a pica do teu macho.

Esfreguei o pau na cara dela.

Depois determinei:

- Abra a boca. Abra a boca e bota a língua para fora.

Ela obedeceu. 

Meti na sua boca com violência. 

- Boa menina. – Falei feliz por vê-la sedenta por meu pau. Cordeirinha a fim de rôla. 

Ela teve ânsia de vomito.

Retruquei sem demonstra pena:

- Engula. Engula.

Dizia na pretensão de estimulará a engoli-me por inteiro. Deu certo o estimulo, porque ela não recuou, não desistiu. Continuou tentando.

Forcei até ela engoli a minha rola inteirinha na boca. Tirei o pau da boca dela e cuspi na boca da amiga de Joseane. Segurei pelos cabelos de Vanessa novamente a fim de colocá-la numa posição correta para que a rola descesse garganta abaixo com notável facilidade.

Dono da situação a situei:

- Já que queria me dá, tem que ser do meu jeito.

Comecei a foder a boca de Vanessa. Bem forte e bem agressivo. Tirei a rola da sua boca, pois sabia que ela tinha cansado. Reparei que Joseane olhava meu o pau fora da boca de Vanessa, pulsando, babado, duro, as veias inchadas, desejando.

- Tu queres né puta? Vem cá e senta ao lado de tua amiga.

Ela na mesma hora atendeu. Sentou ao lado de Vanessa.
Exibir o tamanho do meu pau adjacente as duas amiguinhas. Exibia com orgulho. Diante da cena Joseane para minha surpresa mostrou atitude, abriu a boca e abocanhou meu cacete com vontade, fiquei em delírio. Sugava com voracidade. Estimulado soquei a boca dela com vontade.
Parecia que ela concorria com Vanessa, de fato, o espírito de competição reinou entre as duas, eu só ganhava com isso. Comprometida chupava com atitude: chupava, sugava a pica, cuspia e ela mesma sorvia o liquido na rola, chupava as bolas.

- Abra bem a boca por teu macho – ordenei com voz firme.

Joseane obedeceu ao comando e abriu bem a boca em expectativas. Dei uma cuspida forte e espessa. Em seguida, umas quatro tapas violentas bem no meio da fuça da minha namorada. Abriu de novo a boca, como já tinha feito antes e levou mais uma bela cuspida na boca, dessa vez acertando resquício na cara.

Com uma das mãos segurou a cabeça de Joseane e passei foder sua boca com brutalidade. Entrava com velocidade, invadia sua garganta, engasgou, lagrimas saiam de seus olhos.
Puxei seus cabelos para trás fazendo com que sua cabeça pendesse na mesma direção, ou seja, para trás. Apoiado no sofá eu deitei a virilha sobre o rosto de Joseane. Serei mais especifico, o ato tinha como objetivo repousar em cheio meu membro no rosto dela na pretensão de foder sua boca, e assim o fiz com os punhos apoiado no sofá a fim de poder com habilidade fazer movimentos de vai-e-vem. 
Antes de penetrá-la, rocei não só o pau no seu rosto, mas também o saco e a região da coxa próxima a virilha. Fiquei a seu dispor para que inalasse meu cheiro, cheiro de macho, cheiro do homem que a amor, sobretudo. Pena que ela não soube reparar esse pormenor como devia. 
Subjugadas com o rosto sob a minha virilha tive uma ereção violenta, meu corpo tremeu dono da situação esfreguei com vontade a intenção era sufocá-las. Uma de cada vez.

- Eu sei que você tá gostando, Joseane.

De fato, Joseane estava gostando de ter o rosto esfregado, de ser sufocado. Como era reconfortante ter o meu pau a sua disposição. 

- Bota na boca, bota. – Ordenei. 

Obedeceu como ordenei.

A cabeça do meu pau sumiu na sua boca. Sem autorização minha, ela mordiscou a aureola vermelha, e a envolveu com a língua louca para sugar mais do sabor inebriante. 

- Pelo visto tá gostando, não é? – Comentei satisfeito com sua disposição. 

E entusiasmado pressionei o pau na boca dela, forçando assim a penetração. 

- Abra a boca e bota a língua pra fora. 

Seguiu a orientação, portanto deslizei o pau na boca da minha namorada ao ponto que atingiu a garganta, todavia faltou muito para desaparecer. 

Repetir a ação.

- Vou ser mais incisivo. – Informei sem tirar o pau da sua boca.

E foi aí que comecei a foder boca de Joseane. Vanessa descansava contemplativa. Por isso, inquieto por estar acomodada tirei o pau da boca de Joseane e sem avisar nada fui logo metendo na boca de Vanessa. Empurrei sem pena. Sem receio de ferir o membro nos seus dentes. 
Tirei do mesmo modo da boca de Vanessa e inserir na boca de Joseane. Ela já esperava a ação.
- Garota esperta.
Mesmo assim não relaxei na pressão. Usando de violência invadi a boca de Joseane, cheguei à garganta. Pressão demasiada construiu experiência boa no qual delirava de adrenalina, ao passo que fez meu coração bater mais rápido, mais acelerado. 

Tirei da boca Joseane e novamente meti na boca de Vanessa. Assim fiquei nesta dinâmica. Ora socava a boca de Vanessa. Ora a boca de Joseane. Ora a boca de Joseane, ora a boca de Vanessa.

Sentei no sofá.

- Vamos organizar a orgia. Enquanto Joseane chupa meu pau e bem chupado, eu chupo a boceta de Vanessa, para tanto suba no sofá de frente pra mim, Vanessa, e encosta a boceta na minha cara. Só isso. Eu faço o resto. – Explico a sistemática do próximo passo.
Vanessa vestia calça jeans azul ao ouvi minha admoestação tratou de tirá-la. Subiu no sofá de frente para meu rosto de calcinha vermelha e blusa. Como não estava de sutiã, o seio balançava livre e desimpedido. Muito bom aos olhos, a cena.
Quando Vanessa encostou a boceta protegida pela calcinha na mesma hora lhe dei uma bronca:
- Não faz nada direito, porra! – Fui muito descortês. - Obvio que era sem a calcinha. Eu resolvo. – Rasguei a calcinha num golpe. – Melhor assim.

Parrudona. Deparei-me com uma boceta bem feita, bem cuidada. E o mais importante grande, enorme. O designer feito com arte, pelos bem aparados, sobretudo, os lábios a encobria a contendo, pois não estava arregaçado, estuprado, pelo contrario, lembrava uma adolescente, ou uma flor fechada cujas pétalas reluzia em delicadeza, em graça ao mesmo tempo em que destilava fragilidade. Dito em outras palavras, embora já tivesse levado bastante cacete parecia novinha. E esse fator foi decisivo para romper os lábios com a língua no afã de conhecer o sabor, após acariciar a fim de conferir a textura, avancei... Salgadinho o sabor. Não me contive mais... Chupei a boceta de Vanessa. Enfiei boca, língua, nariz, enfim, o rosto todo. 
Trabalhei sincronizado. Ora chupava. Ora lambia. Ora metia o dedo. Ela sofria na minha boca. Contorcia-se. Gemia em cadencia estridente. 
- Esfrega a boceta na minha cara. Esfrega.
Ela possuída por desejo; não se faz de arrojada. Esfrega em desespero, sem constrangimento o grelo no meu rosto. A sensação? A melhor possível. Sou o senhor da situação! Enquanto sou sufocado pela boceta de Vanessa sem pena, Joseane mama meu pau avidamente. Competindo com Vanessa para que no final eu avaliasse e declarasse o melhor desempenho, considerei a possibilidade, pois assim sendo, explicaria tanta devoção.
- Tive uma ideia. – Vanessa murmurou entre gemidos. – Posso executá-la? – Ela quis saber.
- Se for uma ideia idiota haverá conseqüência. – Permitir com ressalvas.
- Vou ficar de ponta cabeça. Assim enquanto chupa minha boceta, eu ajudo Joseane mamar teu pau. – Ela explicou. Por obvio, adorei a ideia. Qual o homem que não gosta de ter duas bocas femininas a mercê do seu pau? 
Assim foi feito.

As duas disputando meu pau. As duas investindo contra meu pau. As duas dedicadas, competindo, brincando como verdadeiras meninas levadas.
Vanessa sugeriu repartirem o serviço. Disse ela:
- Amiga fica com as bolas. Eu vou da o meu melhor nesta essa rola.
- Ok.
Joseane acatou a sugestão sem questionar. Por minha vez, continuei atacando a boceta molhadinha da safada. Às vezes desferia gemidos abafados contra a boceta dela. Foi aí que pensei “quer saber vou foder essa boceta com os dedos”. Meti dos dedos e comecei a socar. A socar. A socar!
O efeito foi ensurdecedor sobre Vanessa. Ela se agarrou pela base do meu pau e com o nariz encostado também no meu cacete vociferou ais delirantes. Lamentou, reclamou, mas hipótese nenhuma lhe ocorreu que eu parasse. Pelo contrario, pedia mais. Mais, mais... Assim... Assim... Em barítono ela cantava embriagada de prazer.
- Hum... Hum... - Gemia em total êxtase, pois certamente estava gozando. De fato, estava. Meus dedos ficaram molhados. – Gozei. Gozei. Porra! 
- Agora que começamos Vanessa. 
- E quem falou que estou desistindo? - Ela me desafiou. E eu gostei de ser desafiado.

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