JOGOS ( CAPITULO VII)

                                



                                                                             Hora de partir            

 - Agora é a tua vez Joseane.

Ela ficou de quatro diante de mim. Enterrei o rosto no grelo dela por trás sugando os pequenos e grandes lábios. Sugava com toda boca, com desejo demasiado. Depois devargarinho foi penetrando o cacete na boceta rosinha de Joseane. Fui metendo. Metendo. Já dentro fui deixando às socadas mais fortes. Socando mais forte. A velocidade foi ficando cada vez mais forte; cada vez mais descompassado. O meu cacete invadiu a vagina de Joseane com voracidade. Era tão grande a velocidade que a cada estocada as minhas bolas estalavam na bunda da jovem. Ela gemeu rangendo o dente. 

- Tá vendo o que é deixar macho em jejum? - Tirava e metia o membro na boceta dela por trás. Tirava e metia. Socava na doida. Com fúria metia a rola na minha namorada. – Ah, nunca nestes dois anos de namoro deixaste gozar na tua boca, mas hoje não passa. Hoje não passa.

Meti mais fundo. Perdi a noção fodendo aquela que não valorizou minha fidelidade. Ela se viu besta na pica. Gemeu alto. 

- Vem aqui Vanessa. Fica bem aqui. – Posicionei Vanessa de cócoras atrás de mim e bem próximo da bunda de Joseane. A ideia era tirar o pau da boceta de Joseane e enfiar na boca de Vanessa.

Esperta ela denotou a finalidade do plano de imediato e esperou em expectativas. Não tardou tirei o pau de Joseane e meti na boca de Vanessa, tal qual planejado. Ela, por sua vez, não perdeu tempo mamou meu pau após arrancar a camisinha.

Ela mesma me encapou novamente e ajudou-me até a porta, de onde sozinho fiz caminho.

- Tá sentindo a pressão do meu pau? – provoquei-a. - Meu pau tá te fazendo gritar? Agüenta pressão. Vanessa agüentou muito bem a pressão. Não vá amarelar.

- Rasga essa boceta e para de falar. 

- Depois veja o resultado, tu vais ficar com pena do estado em que vou te deixar. Porra!

- Arregaça então.

- Tô arregaçando.

- Fode. Me fode, vai!

- Tô fodendo!

- Fode sem pena. Mete essa pica todinha!

- Tô fodendo sem pena.

Metia brutalmente. Sem tirar o pau a levei para encostar-se ao sofá. Uma perna ficou no chão e o joelho sobre o sofá. Permaneci atoladinho dentro dela. Com jeito para que não escapulisse o cacete.

- Vou foder o teu cu.

Ela protestou em negativa:

- Não. Não sou acostumada.

- Chegou à oportunidade de acostumar. E vou logo avisar, vou arregaçar o teu cu.

- Não. Deixa pra outra vez. – Continuou negando o rabo.

- Pra outra vez? Vou detonar teu cu é agora. Já chega de fazer teus gostos. Agora as coisas são do meu jeito. E para porra de choramingar.

Nossos corpos estavam começando a ficarem suados.

Atolei o cacete no ânus de Joseane. Ela em estado de êxtase gruniu com o dente ferrado. Retribuir o estado de êxtase com mais socadas, com mais sacanagem, com mais beijo na boca. Joseane mordeu uma das almofadas que estava sobre o sofá.

Soquei o rabo dela numa estocada onde cuidado com as pregas delas era o ultimo das preocupações. Finquei o pé na boca da vadia que não valorizou meus sentimentos. Ela ficou rendida, entregue aos meus caprichos totalmente dominada. De mal soquei com violência. 

Alternamos de posição. Botei Joseane no colo, e passei mexer com força absurda. Ela cravou as unhas na minha costa não só como meio para extravasar, mas também de retaliação. Gostei, Joseane era de parada. 

- Cavalgar bebê. Cavalga nesta rola. Mostra que tu sabes. Mostra pra tua amiga que sabes trata bem um cacete. Mostra pra ela como se faz. – mandei.

Ela cavalgou no meu colo. Devido aos pulos o cacete escapuliu, mas imediatamente Vanessa pegou e o em caminhou para o buraco devido. Deslizou e entrou que foi uma maravilha. Eu a beijava. Dava-lhe tapas. 

- Boa menina. – Em função de Vanessa ter me ajudado.

Mudamos de posição novamente. No chão, eu a pus de ladinho e mandei ver. Fodia sempre na doida, sempre forte. A cada vez que nossos corpos se encontravam zuada enchia a sala. A cada estocada eu metia um tapa na cara dela com agressividade. 

- Fica de bruços. – Ordenei.

Ela atendeu.

Tirei o pau do cu dela, para em seguida afastar a parede da bunda dela com as mãos para melhor enfiar a língua. Era audível a respiração forte de Joseane.

Ela sacana na minha cara piscou o cú, bem como pulsou, rebolou. Em resposta alisei a porta arrombada e meti dois dedos. Depois enfiei os ditos dedos na boca dela. Ela provou o próprio gosto.

- Gosto bom. – Testemunhou sedenta por mais. Joseane estava sedenta por vara. Mulher é assim, gosta de cacete quanto mais sacana for o cara mais elas gostam. E se por ventura, o cara não a comer deste modo, ela procura outro que o faça, já argumentava meu irmão. 

- Vou te foder na doida.

- Manda ver.

- Mas, não era tu que agora pouco estava protestando contra? 

Ela riu faceira. 

Cumprir a promessa. Soquei freneticamente. O pau entrava e saia. Entrava e saia. Imobilizada roçava o rosto no meu braço que lhe aplicava o grampo. Eu sobre ela, ela embaixo de mim. Sem pensar muito a arrastei pelos cabelos para trás do sofá menor e a fiz curvar, deixando assim o trazeiro a minha disposição. Às duas mãos enchi em cada seio farto de Joseane que pareceu perder controle quando na primeira engrenagem atolei-me ao mesmo tempo em que possuía os seios dela um em cada mãos, apertando-os, massageando-os. Ou às vezes apenas evidenciando posse.

- Tarada por pau, mas gosta de dá a bunda Sinta meu pau no teu te fodendo. Olha como eu como fodo teu cu. Sente porra. 

- Fode. Fode.

Desferi tapas. Tapas. Enquanto tirava do rabo dela e metia na boceta. Ou quando fazia o percurso em inverso: tirava da boceta dela e enfiava no rabo. O critério? Era a minha vontade. Rabo, boceta. Rabo, boceta.

- Vou gozar. – Ela gritou.

Eu também senti gozo chegando. Vamos gozar juntos. O jato vinha forte, crescendo no meu interior. Chegando forte. Elevei a velocidade das estocadas. 

Metia com mais urgência.

- vou gozar! –Ela anunciava.

- Também tô perto. Mas como já falei vou gozar no teu rosto. Vou lambuzar teu rosto de esperma. Da minha porra.

- Gozei. Gozei. – Com o rosto enterrado na costa do sofá. 

- Fique aqui ajoelhada a minha frente. – Trêmulo de excitação a conduzir pelos cabelos na maior brutalidade perto da mesinha de centro. Chamei Vanessa. Feito isso, fiquei me masturbando enquanto Vanessa se posicionava. 

Vanessa cordeirinha, obedeceu. Ficou ajoelhada ao lado da amiga.

- Agora, enquanto esperam minha porra, porque não se beijam? - Embora, tenha sugerido formalmente, não se tratava de um pedido ou sugestão, de fato era ordem que como ás demais teria que ser feito sem pestanejar. E foi o que ocorreu.

Elas se entreolharam desconfiadas, contudo avançaram destemidas. Beijaram-se e o tesão da porra tomou conta de mim. Meti meu pau no meio dos beijos das duas, que não se intimidaram continuaram o beijo tendo meu membro como cereja do bolo, no caso, do beijo. O tesão aflorou tanto que jorrei porra na face das duas ao mesmo tempo. Lambuzei ambas com meu esperma, assim ficaram meladas, todavia, não se importaram, não interromperam o beijo cheio de porra escorrendo pelo rosto das duas vadias.

- Engole minha porra.

Resolvi participar do beijo, que se transformou num beijaço coletivo. Três bocas se encontrando com fervura.

Caímos no chão e ali ficamos mortos de prazer. Com toda certeza elas estavam satisfeitas, portanto, elas teriam muito que contar para as amigas. Não era o que queriam?

- Tudo bem com vocês? – Perguntei depois de um tempo.

-Tudo. – Respondeu Vanessa feliz pela foda. – Que foda pô.

- Tu te superaste, amor. Não concorda amiga? – Foi à vez de Joseane responder entusiasmada.

Esbocei um riso. Virei para Joseane, e com segurança na voz, fazendo de tudo para não ser traído pela voz, questionei:

- Tens certeza que gostaste Joseane?

Levantei-me vestir a cueca, a calça. 

Ela respondeu:

- Claro, a melhor trepada. Eu gostei muito amor.

- Bom saber, porque foi a ultima vez que transamos. Lembra da minha promessa? – Ela nada respondeu. – Lembra das palavras que utilizei para selar a promessa? Vou refrescar tua memória: Eu te amo, porque você é o presente de Deus para minha vida. Por isso o sentimento que trago no peito foi colocado pelo criador. Procurei-te por muito tempo na esperança de encontrar a felicidade e o tempo oportuno chegou! És minha, sou teu. Pedi-te para Deus, Ele atendeu. Agora honrarei o presente, buscarei de todas as formas fazer-te feliz. Amo o teu sorriso, teus abraços, os teus beijos. Respeito com veemência a tua confiança, Joseane, sobretudo tua cumplicidade! Como a flor um belo sentimento, por te, tomou forma no meu peito. Deus estar alimentando-o, só nos resta cuidarmos, tomarmos a responsabilidade de por ele sermos abençoados e juntos sob o olhar atento do todo poderoso aperfeiçoarmos esse sentimento que é a fonte da minha vida! Que momento esqueceu o meu amor por ti, esqueceu a minha promessa? Que momento se deixou levar por coisas supérfluas e esqueceu a gente? – Ela permanece silente. - Risca meu nome da tua vida, esquece nossa historia. Pois não sou moleque, tampouco um pedaço de carne para repartir com as amigas. Ah, já ia esquecendo já que gostou bastante da nossa última foda, fica, portanto de lembrança... A fim de lembrar o que perdeu. Eu sou homem de uma só mulher.

Ela surpresa não esboçou reação. Simplesmente não acreditava na decisão que escutava. 



Peguei minha camisa pólo e deixei a casa de Joseane.

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