JOGOS (VI Capitulo)



                                   


                                       DANDO, O QUE ELAS QUERIAM

- Vamos pro tapete, Vanessa enquanto Joseane ficará olhando. – Fiz de mal. Talvez, sendo voyeur percebesse o que estaria jogando fora, por capricho tolo. – Senta no sofá menor e mantenha as pernas abertas, com os olhos fixos em mim. – Falei com Joseane que nada disse. Cumpriu tal qual eu mandei.

Foi Vanessa deitar no tapete eu cair sobre ela, afoito ataquei os lábios da amiga de Joseane com urgência e brutalidade. À proporção que alternava entre urgência e brutalidade o beijo sacana que tasquei nos lábios da moça, perspicazmente umas das minhas mãos procuraram repousar na sua bunda apalpando, apertando.

- Vou-te comer como nunca foste fodida.

- Pois fode. –Disse Vanessa refém das minhas garras.

Vanessa sentou no meu colo. Ficou enganchada. Ao sentar meu pau ficou roçando o rego do imenso trazeiro da fêmea. O efeito foi fazer meu corpo vibrar.

Segurou no meu pescoço e passou a esfregar o trazeiro no meu pau rígido. Esfregava com força. Esfregava comprometida. Em resposta, não só meti o dedo no seu rabo, como também bailei com sua língua a meu dispor. 

Chupava meus lábios com fúria, por isso não é exagero dizer que carnais, lascivos, sexuais eram a intensidade dos encontros das nossas bocas. 

- Continua esfregando esse trazeiro no meu pau. 

- Tô esfregando. 

Nossa respiração ficou ofegante.

Sentir um fogo queimando meu corpo, propagando-se em mim, tomando conta da minha consciência. 

- Vou te foder sem pena.

- Não espero nada menos do que isso. – Disse ela fixo os olhos em mim.

- Então, me fala de quem é esse rabo? – Com o dedo na porta do seu cú.

- Teu.

- Outro macho já comeu esse cu?

- O que você acha? – Ela foi irônica.

- Agora esses tempos? 

- Não.

- Deve tá apertadinho, então. 

Num golpe no supetão rasguei a blusa de Vanessa. O seio da vadia ficou exposto. Ela ficou nua em pelos.

- Mas, primeiro vou mamar esses seios duros. 

Antes de pousar no lugar que almejava, a saber, os seios de Vanessa; percorri cada centímetro do seu pescoço. Ela reagiu com um gemido abafado. Eu continuei no pescoço com caricias, e afagos.

Feito isso, investi contra o s seios de Vanessa. Agarrei-os na mão e os apertei-os a fim de deixar minha marca neles, depois mamei o bico de cada um dos seios. Ela gruniu, porque as mamadas eram viris. 

- Não pára porra. – Vociferou entre suspiros sôfregos.

Desci até barriga percorrendo o caminho do peito a barriga com a língua, com a ponta da língua.

- Vou comer esse rabo.

Agarrei as pernas de Vanessa e muito com cuidado fui levantando, de forma que o rabo foi ficando inclinado. Nesta posição contemplei seu trazeiro. Afastei as paredes do enorme rabo, que verdade seja dita, pau de 18 cm não fodia aquele rabo direito, haja vista que só o rabo gigante já consumia os 18 cm. Mas, enfim, não era meu caso, afastei as paredes a fim de sem atrapalho contemplar aquele cú em plenitude. 

Ajoelhado atrás dela, mandei:

- Pisca esse rabo pra mim. Pisca esse cú pra mim. Pisca pro teu macho.

Ela piscou. 

- Isso. Pisca novamente.

Ela piscou. 

- Menina obediente.

Vanessa continuou piscando. 

- Fode esse cú.

Gostei da declaração de Vanessa. Em função disto, presenteei com duas palmadas na sua nadegas. 

- Bate porra. Bate com força, que tu não tá batendo em mulherzinha. Bata!

Bati do outro lado da bunda. Três tapas bem dados. Ela se contorceu toda, mas, mesmo assim exigiu mais. Dei mais dois tapas. Separei às paredes do rabo dela e com o espaço necessário enfiei a língua. 

Ela arfou. Quase subindo pelas paredes.

- Aiii. – Foram às palavras proferidas.

Com a língua em riste fodia o cú de Vanessa. Ela gemendo.

Separou novamente as paredes. Seguro-as e entreguei a função em suas mãos. 

- Vou penetrar teu cú novamente com a língua. Faça a pressão enquanto te fodo.

Soquei. Soquei. 

- Gostas da minha língua te comendo? – Provoquei.

- É bom.

- Não solta. – Exigir.

Mergulhei a boca, o nariz, enfim o rosto na bunda de Vanessa. Em gemidos lascivos Vanessa gemeu.

- Ai, ai, ai.

- Que cú, que cú. Vou foder esse rabo com o dedo. Posso?

- Deve.

Lubrificou os dedos com o cuspi e em seguida meti o dedo. Lentamente e depois fui aumentando a velocidade. Depois dois dedos. Cuspi novamente para lubrificar. Soquei firme, intenso, veloz. Sem frescura, sem pena.

- Fode esse cú.

- Peça. Peça!

- Fode esse cú. 

- Peça! 

- Foda esse cú.

- De quem é esse cú?

- Teu. – Respondeu com dificuldades.

- De quem?

- Teu. 

- Vou comer esse rabo. – Pus Vanessa de quatro, encapei o moleque e abrir passagem no orifício com louvor, a final a abertura já estava dilatado graças às dedadas. 

Suspirou alto.

- Humm.

Ela fez cara feia. 

- Tá doendo? – Perguntei.

- Tá, mas aguento. – O cacete enfiado todo. 

- Então, acostuma, porque vou foder esse rabo.

- Só depende de você.

Pronto. Comecei a foder o rabo de Vanessa. A foder com destreza. Visível que ela estava curtindo. Dançava dentro dela. Ela gemia alto. Não se importava se eram altos os gemidos. Não importava se estava descomposta. Sai de dentro dela sem explicar. Sem pena tirei e meti numa estocada violenta. Vanessa mordeu os lábios. Segurou a dor. 

- E aí vai agüentar?- Quis saber em tom saliente.

- Vou. Já disse que vou. - Falou duro. 

De certo, dor havia. Mas era prazeroso. Segurei-a pelos ombros e tomei posição para meter em disparado. A ação fez aminho onde não havia, ampliou espaço. 

Vanessa gritou enfiando o rosto no chão. Neste ritimo mandei mais estocadas, mais movimentos bruscos. Pah, pah, pah, pah. Era o som que era produzido do encontro dos nossos corpos. Em algumas vezes notei que ela tentou se esquivar das estocadas violentas, todavia sem êxito, uma vez que a segurava pelos ombros. 

Puxei-a com brutalidade para junto do meu corpo, forcei sua boca para trás e a beijei como tivéssemos num filme pornô. Ela ficou com o corpo colado no meu. Eu atrás dela, ela na minha frente. Metia apressadamente. Metia sem dó das pregas de Vanessa. 

- Vou te arregaçar. – Balbuciei no seu ouvido. 

- Hum, hum, hum. – Ela continuava gemer alto e lamentar pela dor provocada pelo meu órgão atolado no cú dela, contudo não cogitava a hipóteses de eu tirar. Queria mais. Mulher tem essa característica peculiar, apesar de reclamar, não quer que tire de dentro.

Como eu era safo não descansava, não brincava em serviço. Demonstrava que aquele rabo pertencia a mim, e a ninguém mais. Por isso, o desprendimento de fodê-la como me aprazava.

- Quero deixá-la estuprada. Não tenho pena das pregas de cú não, dona Vanessa. Assim tu terás história para contar pra tuas amigas. -Enfiei dois dedos na boca dela.

- Hum, hum, hum. – Continuava gemendo intensamente.

Empurrei seu corpo para o chão, contudo sem sair de dentro. 

Ajeitei a amiga de Joseane no chão. Aumentei a velocidade das socadas. Mais duras, mais pesadas, mais brutas. 

- Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiii. – Gritando. O grito foi tão alto que levei um espanto.

- Quer que eu pare? Te machuquei ? – Indaguei preocupado. 

- Não ouse parar. Maltrata esse cu. Porra! – Berrou.

- Tu quem manda. – Esbocei um riso em glória. 

- Quer me zangar?

- Jamais.

- Se tu parar de foder esse cú, tenha certeza que eu vou me zangar.

- Não sejas por isso.

- tá. 

Tirei o pau das suas entranhas. E quando voltei a preencher entrei de surpresa na boceta de Vanessa rasgando, violentando numa estocada não anunciada. 

Contorceu-se toda, pois o choque foi explosivo. 

- Aiiiiiiiiiiiii. – Ferrou a cara. Mordeu os lábios.

- Aguenta pau. – Debochei. 

Coloquei o pé no pescoço da moça loira. Com o pé no pescoço comia a boceta da vadia. Pah, pah, pah. Não parava. Velocidade crescente. Além disto, metia o dedo no cu dela. 

- Teu cú ta só o oco. Queria poder te mostrar. 

De fato, estava só o oco devido às socadas desproporcionais.

- Fica de peito pra cima. E abra as pernas. - Sai de dentro dela. Esperei-a em pé me masturbando.

Entre as pernas dela fodir a boceta dela. Novamente ela gozou rangendo o dente.


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