JOGOS ( V Capítulo)




FODA-SE!




Então, colocando meus sentimentos de lados, decidido falei:

- Sabe de uma coisa? Foda-se! Contudo, há uma condição. Terão sem direito ao contraditório de seguir as minhas regras. E as minhas regras resumem numa só: obedeçam ao que eu disser, ao que eu mandar. Não tem negociação. 

Retorno em direção a Vanessa que estava sentada no sofá maior. No percurso tiro a camisa e jogo no rosto de Joseane. Os dois gomos do meu peitoral ficam expostos. A ação é premeditada a fim de elas contemplarem e consequentemente os hormônios entrarem em ebulição. Eu tinha ciência que meu peitoral tinha um efeito terrível sobre o sexo feminino. Graças à malhação pesada.

Havia dois sofás. Ambos eram brancos, com almofadas brancas; sala ampla, TV 50 polegadas, mesa de centro, tudo bem arrumado, do outro lado da sala, uma escada que dava para os quartos de cima. 

Num movimento me livro dos sapatos. Em passos lentos vou ao encontro de Vanessa. Ela me assistia em expectativas. 

- O meu primeiro comando é, desliga a TV, Vanessa! – Como meio de sujeitá-la mais facilmente, ofereço um aperitivo, a saber, aperto o inchaço na minha calça. Ela suspira e atende o meu comando.

- O que vai fazer? – Perguntou Vanessa ansiosa por respostas.

- O que desde o principio tá querendo de mim.

Peitoral nu. Braços nus enormes e fortes. Entrei no jogo delas para ganhar. Ombros largos. Costas largas e bem definidas. Mesmo ciente que eu era um cara boa pinta jamais pensei em trair Joseane, agora que ela aprendesse. Vou me divertir, pensei em desvario com as possibilidades que poderíamos protagonizar. Vou saciar minha carne e depois... Meu coração aperta em lembrar as juras de amor que fiz para Joseane, da decisão de repartir a vida com ela. Balanço a cabeça me livrando da lembrança, e digo para me mesmo, “cara essa mulher não te merece. Entenda isso. Vá em frente. Ela quer vara, então dê vara para ela.”

Graças a Deus Vanessa me tira da briga comigo mesmo.

- Tu tens me deixado intrigada. Tua fidelidade há minha amiga aumentou meu tesão por ti.

- Modéstia a parte, eu provoco isso nas mulheres. –Sou frio, uma pedra de mármore. O que me move é vê-las gemendo no meu cacete. Meus passos são lentos como se eu estivesse numa passarela exibindo meu corpo, provocando a multidão, arrancando suspiros. 

- Tenho almoçado e jantado comida de primeira Vanessa. Eu passo bem. - Gaba-se Joseane.

A analogia usada por Joseane reverbera no meu coração, contudo me mantenho altivo. Não sou um pedaço de carne.

- Tuas palavras são um aperitivo a mais, só de ouvi-las aumentou o meu tesão. Tô louco de tesão... – Minto. Às palavras de Joseane me fere gravemente, mas de jeito nenhum demonstraria, por isso, falo sem me virar para Joseane que permanece em pé a porta, no mesmo lugar, onde tivemos nossa ultima conversa. Estou fitado em Vanessa. –... Devo avisá-las que as foderei no doze. Vamos ter uma foda pesada e não quero ver ninguém se acovardando. Vão levar pica. 

Paro diante de Vanessa sentada no sofá maior. 

- Fica de joelhos diante de mim. 

Vanessa sem pestanejar ficou de joelho diante de me esperando os comandos. A mulher era baita de uma gostosa. Meu pau vibrou na cueca.

Mando:

- Lambe a extensão do volume na minha calça. 

Em vez de lamber, ela me toca. Eu a interpelo.

- É pra lamber porra e não me tocar. Faça direito, mostra pra mim que as loiras não são burras. 

Ela rir das minhas palavras. Lambe toda extensão do volume formado na minha calça. Ela não se ofende com as minhas palavras, por obvio, em outra circunstancia, restaria configurado injuria e estaria puta da vida comigo. Em outras circunstâncias.

- isso. Isso. Boa menina.

Joseane observa orgulhosa como se fosse minha dona.

Permito Vanessa usar as mãos. Ela aperta o volume. 

Estremeço.

- Percebo que tu gostas. Sabes tratar bem um pau. Vou fazê-la engasgar com o meu pau.

- Não vejo a hora que isso aconteça. 

- Não falei que meu namorado tem pegada forte. – Joseane dá testemunho do meu desempenho. – Tenho certeza que homem nenhum nunca te comeu do jeito que Lucas vai te comer. Tenho certeza! Vai gamar.

Sempre mandão, digo:

- Abra minha braguilha. 

Ela abriu. Aparece um pouco minha cueca branca com um razoável inchaço. 

- Um pacotão. – Vanessa exprime admirada.

- O botão da calça...

Ela entende e desabotoa. A calça desce pelas minhas coxas e ai fica. Meu pau está alojado na cueca boxer branca do lado esquerdo, deitado. Ela demonstrando experiência com delicadeza vai expondo meu pau. O movimento dela é comedido. Primeiro expõe a região da base aplicando vários beijos dos quais são sentidos como bomba de sensações explodindo no meu ser. 
A meta dela é fazer um percurso de beijos até chegar à cabeça. Isso ficou claro para mim, depois ela queria me impressionar. Isso também estava claro. A cada parte exposta ela puxa pelo cós da cueca pra baixo. Deteve-se no meio do moleque acariciando com os lábios e enchendo de beijos. Finalmente expôs num movimento a cabeça do moleque que em riste escapuliu com força, ela imediatamente o domou pegando-o pelo pescoço e levando contra a barreira da minha barriga trincada. Fez isso para poder avançar nas minhas bolas: lambendo-as. Chupando-as. A moça era sagaz com a boca. Experiente. Quanto a isso não pairava nenhuma dúvida.

Só depois de se deliciar com as bolas voltou-se a atenção a cabeçona do meu pau.

- É grande. Do jeito que eu gosto. 

- É todo teu. Quero mamada fortes, porra. E se não mamar direito vai apanhar. 

Vanessa investiu chupando. Mamando avidamente. 

- Já vi que tens jeito pra coisa. Sabes mamar. – Meu elogio arranca desmedida atitude em querer fazer o melhor. Ela esboça um riso contente com o meu pau a boca. - Menina levada.

Com a cueca boxer rente á calça, resolvo ensiná-la, então de fato, o que significa foder uma boca. Tirei-me de dentro da boca dela e desferi uma tapa no seu rosto. Ela se espantou. Não esperava minha atitude brusca, porém não reclamou.

- Reparei que tens experiência com pica de macho. Quanta já mamou? – Embora, tenha perguntado não me importava à resposta. - A minha é melhor, não é? Por isso, peça minha pica. Peça pro teu macho. Peça pica, porra! 

Outra tapa. 

As tapas que ela recebia aguçaram consideravelmente sua libido. Ela ficou mais elétrica, mais disposta. O sangue circulou melhor.

- Não vai pedir? Peça! 

Agarrei meu falo pela base e bati na cara dela. 

- Toma loira burra. Eu sei que você gosta de pica. Apanha com minha pica. 

Continuei batendo na cara de Vanessa com o meu pau.

As pancadas visivelmente assanharam Vanessa. A cada vez que meu pau tocava seu rosto ela queria tomá-lo as mãos e mamá-lo. Movida pelo desejo de me ter a boca, ela implorou:

- Eu quero pica. Eu quero pica. Eu quero mamar essa pica grande e grossa.

Uma vez conseguido que ela implorasse por pica, levei o pau a boca de Vanessa. Quis servi-la. Sedenta ela não gostou de ser servida, impediu minha boa ação, ela mesmo queira se servir. Bateu na minha mão, não o deixou que o pegasse.

- Eu faço.

Não gostei da má criação, então em represaria dei mais uma tapa. Não parei por ai, de posse dos cabelos dela, controlei-a como fosse uma marionete. Assim sendo, esfreguei seu rosto no meu sexo. Primeiro lentamente, para intensificar logo depois. 
Dominada a deixei a mercê dos meus caprichosos. E em nenhum momento ela reclamou. Ora e outra Joseane elogiava meu desempenho.
Disse Joseane:

- Envolvente tão quanto inebriante tê-lo tão perto. Certamente que um misto de adrenalina e desejo está brincando com teus sentidos. O que me leva pensar que jamais se esqueceras desta noite, minha amiga. - E arrematou. – Esse é meu homem!

Ela sem hesitação ou receio permitiu ser dominada.

- Pediu pica, né? Vai ter. 

Pelos cabelos a sentei no chão encostada ao sofá. Fiquei de frente para ela. Eu em pé, ela sentada rente ao sofá. 

- Peça novamente.

- Eu quero pica. –sedenta.

- Chegou o momento de se esbaldar com a pica do teu macho.

Esfreguei o pau na cara dela.

Depois determinei:

- Abra a boca. Abra a boca e bota a língua para fora.

Ela obedeceu. 

Meti na sua boca com violência. 

- Boa menina. – Falei feliz por vê-la sedenta por meu pau. Cordeirinha a fim de rôla. 

Ela teve ânsia de vomito.

Retruquei sem demonstra pena:

- Engula. Engula.

Dizia na pretensão de estimulará a engoli-me por inteiro. Deu certo o estimulo, porque ela não recuou, não desistiu. Continuou tentando.

Forcei até ela engoli a minha rola inteirinha na boca. Tirei o pau da boca dela e cuspi na boca da amiga de Joseane. Segurei pelos cabelos de Vanessa novamente a fim de colocá-la numa posição correta para que a rola descesse garganta abaixo com notável facilidade.

Dono da situação a situei:

- Já que queria me dá, tem que ser do meu jeito.

Comecei a foder a boca de Vanessa. Bem forte e bem agressivo. Tirei a rola da sua boca, pois sabia que ela tinha cansado. Reparei que Joseane olhava meu o pau fora da boca de Vanessa, pulsando, babado, duro, as veias inchadas, desejando.

- Tu queres né puta? Vem cá e senta ao lado de tua amiga.

Ela na mesma hora atendeu. Sentou ao lado de Vanessa.
Exibir o tamanho do meu pau adjacente as duas amiguinhas. Exibia com orgulho. Diante da cena Joseane para minha surpresa mostrou atitude, abriu a boca e abocanhou meu cacete com vontade, fiquei em delírio. Sugava com voracidade. Estimulado soquei a boca dela com vontade.
Parecia que ela concorria com Vanessa, de fato, o espírito de competição reinou entre as duas, eu só ganhava com isso. Comprometida chupava com atitude: chupava, sugava a pica, cuspia e ela mesma sorvia o liquido na rola, chupava as bolas.

- Abra bem a boca por teu macho – ordenei com voz firme.

Joseane obedeceu ao comando e abriu bem a boca em expectativas. Dei uma cuspida forte e espessa. Em seguida, umas quatro tapas violentas bem no meio da fuça da minha namorada. Abriu de novo a boca, como já tinha feito antes e levou mais uma bela cuspida na boca, dessa vez acertando resquício na cara.

Com uma das mãos segurou a cabeça de Joseane e passei foder sua boca com brutalidade. Entrava com velocidade, invadia sua garganta, engasgou, lagrimas saiam de seus olhos.
Puxei seus cabelos para trás fazendo com que sua cabeça pendesse na mesma direção, ou seja, para trás. Apoiado no sofá eu deitei a virilha sobre o rosto de Joseane. Serei mais especifico, o ato tinha como objetivo repousar em cheio meu membro no rosto dela na pretensão de foder sua boca, e assim o fiz com os punhos apoiado no sofá a fim de poder com habilidade fazer movimentos de vai-e-vem. 
Antes de penetrá-la, rocei não só o pau no seu rosto, mas também o saco e a região da coxa próxima a virilha. Fiquei a seu dispor para que inalasse meu cheiro, cheiro de macho, cheiro do homem que a amor, sobretudo. Pena que ela não soube reparar esse pormenor como devia. 
Subjugadas com o rosto sob a minha virilha tive uma ereção violenta, meu corpo tremeu dono da situação esfreguei com vontade a intenção era sufocá-las. Uma de cada vez.

- Eu sei que você tá gostando, Joseane.

De fato, Joseane estava gostando de ter o rosto esfregado, de ser sufocado. Como era reconfortante ter o meu pau a sua disposição. 

- Bota na boca, bota. – Ordenei. 

Obedeceu como ordenei.

A cabeça do meu pau sumiu na sua boca. Sem autorização minha, ela mordiscou a aureola vermelha, e a envolveu com a língua louca para sugar mais do sabor inebriante. 

- Pelo visto tá gostando, não é? – Comentei satisfeito com sua disposição. 

E entusiasmado pressionei o pau na boca dela, forçando assim a penetração. 

- Abra a boca e bota a língua pra fora. 

Seguiu a orientação, portanto deslizei o pau na boca da minha namorada ao ponto que atingiu a garganta, todavia faltou muito para desaparecer. 

Repetir a ação.

- Vou ser mais incisivo. – Informei sem tirar o pau da sua boca.

E foi aí que comecei a foder boca de Joseane. Vanessa descansava contemplativa. Por isso, inquieto por estar acomodada tirei o pau da boca de Joseane e sem avisar nada fui logo metendo na boca de Vanessa. Empurrei sem pena. Sem receio de ferir o membro nos seus dentes. 
Tirei do mesmo modo da boca de Vanessa e inserir na boca de Joseane. Ela já esperava a ação.
- Garota esperta.
Mesmo assim não relaxei na pressão. Usando de violência invadi a boca de Joseane, cheguei à garganta. Pressão demasiada construiu experiência boa no qual delirava de adrenalina, ao passo que fez meu coração bater mais rápido, mais acelerado. 

Tirei da boca Joseane e novamente meti na boca de Vanessa. Assim fiquei nesta dinâmica. Ora socava a boca de Vanessa. Ora a boca de Joseane. Ora a boca de Joseane, ora a boca de Vanessa.

Sentei no sofá.

- Vamos organizar a orgia. Enquanto Joseane chupa meu pau e bem chupado, eu chupo a boceta de Vanessa, para tanto suba no sofá de frente pra mim, Vanessa, e encosta a boceta na minha cara. Só isso. Eu faço o resto. – Explico a sistemática do próximo passo.
Vanessa vestia calça jeans azul ao ouvi minha admoestação tratou de tirá-la. Subiu no sofá de frente para meu rosto de calcinha vermelha e blusa. Como não estava de sutiã, o seio balançava livre e desimpedido. Muito bom aos olhos, a cena.
Quando Vanessa encostou a boceta protegida pela calcinha na mesma hora lhe dei uma bronca:
- Não faz nada direito, porra! – Fui muito descortês. - Obvio que era sem a calcinha. Eu resolvo. – Rasguei a calcinha num golpe. – Melhor assim.

Parrudona. Deparei-me com uma boceta bem feita, bem cuidada. E o mais importante grande, enorme. O designer feito com arte, pelos bem aparados, sobretudo, os lábios a encobria a contendo, pois não estava arregaçado, estuprado, pelo contrario, lembrava uma adolescente, ou uma flor fechada cujas pétalas reluzia em delicadeza, em graça ao mesmo tempo em que destilava fragilidade. Dito em outras palavras, embora já tivesse levado bastante cacete parecia novinha. E esse fator foi decisivo para romper os lábios com a língua no afã de conhecer o sabor, após acariciar a fim de conferir a textura, avancei... Salgadinho o sabor. Não me contive mais... Chupei a boceta de Vanessa. Enfiei boca, língua, nariz, enfim, o rosto todo. 
Trabalhei sincronizado. Ora chupava. Ora lambia. Ora metia o dedo. Ela sofria na minha boca. Contorcia-se. Gemia em cadencia estridente. 
- Esfrega a boceta na minha cara. Esfrega.
Ela possuída por desejo; não se faz de arrojada. Esfrega em desespero, sem constrangimento o grelo no meu rosto. A sensação? A melhor possível. Sou o senhor da situação! Enquanto sou sufocado pela boceta de Vanessa sem pena, Joseane mama meu pau avidamente. Competindo com Vanessa para que no final eu avaliasse e declarasse o melhor desempenho, considerei a possibilidade, pois assim sendo, explicaria tanta devoção.
- Tive uma ideia. – Vanessa murmurou entre gemidos. – Posso executá-la? – Ela quis saber.
- Se for uma ideia idiota haverá conseqüência. – Permitir com ressalvas.
- Vou ficar de ponta cabeça. Assim enquanto chupa minha boceta, eu ajudo Joseane mamar teu pau. – Ela explicou. Por obvio, adorei a ideia. Qual o homem que não gosta de ter duas bocas femininas a mercê do seu pau? 
Assim foi feito.

As duas disputando meu pau. As duas investindo contra meu pau. As duas dedicadas, competindo, brincando como verdadeiras meninas levadas.
Vanessa sugeriu repartirem o serviço. Disse ela:
- Amiga fica com as bolas. Eu vou da o meu melhor nesta essa rola.
- Ok.
Joseane acatou a sugestão sem questionar. Por minha vez, continuei atacando a boceta molhadinha da safada. Às vezes desferia gemidos abafados contra a boceta dela. Foi aí que pensei “quer saber vou foder essa boceta com os dedos”. Meti dos dedos e comecei a socar. A socar. A socar!
O efeito foi ensurdecedor sobre Vanessa. Ela se agarrou pela base do meu pau e com o nariz encostado também no meu cacete vociferou ais delirantes. Lamentou, reclamou, mas hipótese nenhuma lhe ocorreu que eu parasse. Pelo contrario, pedia mais. Mais, mais... Assim... Assim... Em barítono ela cantava embriagada de prazer.
- Hum... Hum... - Gemia em total êxtase, pois certamente estava gozando. De fato, estava. Meus dedos ficaram molhados. – Gozei. Gozei. Porra! 
- Agora que começamos Vanessa. 
- E quem falou que estou desistindo? - Ela me desafiou. E eu gostei de ser desafiado.

JOGOS (IV Capítulo)

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                                                    Revelações



Vanessa Insiste.
- Não é necessário. – Fala Joseane. – antes de começarmos o outro filme vou aproveitar e tomar uma ducha tô precisando. – Levanta do sofá.
- Ducha? – Vanessa zoa Joseane. – Eu sei. Eu te entendo.
Joseane pega uma almofada e joga na amiga que ri. Eu fico na minha com uma almofada no colo.
- Eu não demoro amor. – Sobe as escadas.
Na penumbra permanece Vanessa e eu. Tendo certeza que Joseane não nos escuta, Vanessa remove a máscara de boa amiga no mesmo instante em que tenta tirar a almofada do meu colo, dizendo:
- Tenho certeza que esse pau tá duraço. Eu quero ver mesmo que por cima da calça.
- Não. – Não permito que ela obtenha sucesso. A almofada permanece no meu colo.
- Tenho uma ideia para abrandar essa tensão. – Vanessa fala a meia voz próxima do meu ouvido. – Enquanto Joseane toma a ducha dela, não me importaria de pagar um boquete pra ti.
Um calafrio perpassa todo o meu corpo. Homem nenhum recusa um convite destes, portanto, meu corpo exige que eu diga sim. Meu pau exige que eu diga sim, todavia, minha cabeça testifica que não vale à pena. Joseane era a mulher que escolhi para dividi a vida, assim minutos, pois a duração de sexo quer oral, quer penetração vaginal dura minutos. E minutos não valem tanto ao ponto estragar uma história, ao ponto de correr o risco de ser descoberto por Joseane e perdê-la. Não, não vale à pena correr o risco de perder a mulher da minha vida.
- Topa? – Ela balbuciou cheia de segundas intenções querendo saber minha posição.
- Não. – É a minha resposta.
Ela, contudo, não se dá por vencida. Mais uma vez tenta remover a almofada do meu colo.
- Só uma chupadinha. Não vamos ser descoberto. – Passa a língua entre os lábios sensualmente.
Meu corpo treme.
- Porra. – Levanto na perspectiva de ir paro o quarto de Joseane. Lá estaria a salvo das garras de Vanessa.
Nisto Vanessa explode, dizendo alto:
- Desisto. Desisto.
- Fala baixo... Joseane vai escutar. – Falei preocupado com o fato de Joseane escutar e partir pra cima da amiga.
- Lucas é o cara mais fiel que existe no mundo. – Ela frisa o termo mundo. – Homens do calibre dele tá em extinção. – A voz dela é alta.
- Fala baixo. – Vou próximo dela na pretensão de evitar o pior. Ponho a mão na boca dela, porém ela se desvencilha de mim, e diz em revelação:
- Amiga aparece, porque eu desisto de seduzir teu namorado.
Ela aparece no cume da escada.
- O que? – Sou um misto de revolta e incompreensão. Jamais dei motivo a Joseane desconfiar do meu amor. Jamais fiz algo que merecesse aquele episódio. Sempre fui integro para com ela, sempre procurei primar pelo relacionamento, uma vez que cria que sim, Joseane ela a mulher da minha vida. Agora, ela me testava? Foi o que pensei, contudo eu estava errado.
- Joseane tu és uma mulher de sorte. O Lucas é o ultimo homem no mundo com essa natureza. Ele é fiel. – Virou para mim. – Tu foste o único homem que resistiu minha investida. Parabéns.
- Porque fez isso Joseane? Jamais te dei motivo que justifique isso. Porque quis me testar? – Ela continua no topo da escada.
- Na verdade não foi simplesmente um teste. Quer dizer... Foi um teste, mas não pra ti. – Joseane começa a falar no topo da escada.
Percebo que ela não demonstra sinal de banho. Constato que a história de ducha era um estratagema delas. Isso me enoja.
- Explica! – Brado furioso.
- O teste era pra provar a tua fidelidade as minhas amigas, em especial a Vanessa. Vanessa após eu contar tuas façanhas na cama, como o meu amor é insaciável, ela não acreditou que além de tudo era fiel. Por isso, o teste, no qual, tinha consciência que passaria com louvor. - Ela começa a descer as escadas. Acompanho-a com os olhos atento ao que ela explana. – As tuas peripécias, desempenho na cama Vanessa conhece todos de ouvi. Não só ela, mas também as minhas demais amigas. Você entende que não dá pra ter um homem como você, que é um predador na cama e não poder contar isso pra as amigas. Aí as minhas amigas no inicio com brincadeira suplicaram que eu repartisse com elas teus, digamos, desempenhos; depois passei a considerar a possibilidade, principalmente quando Vanessa pediu. – No meio da escada.
Enquanto Joseane faz sua explanação a analiso: “meu Deus não conheço a mulher que escolhi pra repartir a vida. A mulher que eventualmente casaria.” Nas palavras dela não há sentimento. São secas, sem vidas. E o que mais me enoja é o fato que ela não me ama. Eu sou um objeto sexual que ela se gaba para as amigas. Meu coração dói. Minha alma chora.
- Mas antes de permitir, a fim de provar por “a” mais “b” que Lucas Raikard Durans Malcher, jamais cederia aos encantos de outra mulher, que sem minha permissão nenhuma das minhas amigas não teriam a menor chance, então veio a ideia do teste. Mas, ressalto o teste não foi pra ti, embora te envolvesse, mas, foi antes, para mostra que você é fiel, que você somente tem olhos para mim e que as chances de qualquer outra é zero, caso eu não permita.
- Você é doente. Não sou um objeto, uma coisa cujo domínio e posse estejam em tuas mãos. O fato de não trair você não significa que tu és minha dona, significa que a amo... - Desisto em falar dos meus sentimentos. Vejo após a explanação feita por ela, que Joseane não entende nada de amor. Ela é doente. Joseane precisa de um terapeuta com urgência. Assim sendo, explicar meus sentimentos seria perda de tempo. – Vou embora. – Disse rumo à porta de saída.
- Não, não deixa Lucas ir Joseane. – Erguendo-se do sofá.
Joseane apressa os passos e me pega pelos braços.
- Porque vais embora? – Pergunta ela naturalmente. – Achas porque optamos por Mata de Prazer e Quatro Semanas e Meia de Amor? . – Eu a fito sem a reconhecer. Será que ela não nota que tá me perdendo? – O teste já acabou. Como viste Vanessa já jogou a toalha, ou seja, tá respaldado que ela contigo, sem a minha permissão, a probabilidade é zero.
 Toma a minha mão na sua e conduz direto pra Vanessa, de pronto entendo a dela. Paro bruscamente.
- Não. – É a única palavra que consigo balbuciar. Uma dor de decepção atravessa meu peito deixando um sabor de lagrimas na boca, porém decido que não vou chorar, até porque frente à insensibilidade extremada de Joseane, ela não compreenderia minhas lágrimas.
Ela ignora minha negativa, dizendo:
- Não me faças passar vergonha. Quero que mostre a Vanessa o teu excelente potencial. Faças de um jeito que ela não esqueça tão cedo, e fique querendo mais. Aí todas as vezes que ouvi tua voz, ou ti ver enquanto tiver por aqui, ciente que não a possibilidade é zero, apenas salivaras e se pegará com a lembrança de hoje, de agora. Quero que tu mostres pra ela como se faz. Dessa noite ela vai contar pra minhas amigas.
Como pude me enganar tanto? De Fato, Joseane Veloso não me amava, não nutria os meus sentimentos que eu tinha por ela. Meu amor não era recíproco. Não havia desta forma, nosso amor como o besta aqui acreditava. Havia posse. Havia vontade desenfreada de exibir um objeto, que para ela dava estatus na roda das supostas amigas safadas. No fim parecia que meu irmão tinha razão, mulher gosta mesmo é de uma boa sacanagem.
- No fim Lucas tu tens a ganhar. Veja bem, tô te dando a oportunidade de foder duas bocetas.
- Você não entende mesmo. – Murmuro desistindo de trazê-la a realidade. Qual quer esforço da minha parte seria inútil.
- Hoje a noite é teu dia de sorte. Esse pau... - Ela toca no meu pau por sobre a calça que pulsa na mão dela. –... Terá a felicidade de foder minha amiga e eu. Humm... Ele tá acordando. Vanessa, ele tem o pau bem grande e grosso, agüenta? – Joseane com a mão no meu pau se volta para Vanessa.
- Não arrego. – Vanessa responde sentando-se no sofá novamente.
- Nem eu.  – Diz Joseane apertando minha rôla.
Lembro mais intensamente dos pensamentos de meu irmão. Joseane e Vanessa são a prova cabal que, de fato, mulher gosta de uma safadeza. E já que Joseane não me amava, portanto, eu não lhe devia mais nenhum tipo de respeito. Foda-se, embarcaria na delas.   Se for sacanagem que elas queriam, era sacanagem que elas teriam.





JOGOS ( III Capítulo)








Uma boa ducha para refrescar...



- Preciso tomar um banho brother.
Em casa encontrei meu irmão na sala assistindo Tele Cine Pipoca.
- O que aconteceu? Você tá tenso, mano. – Apertou no controle remoto a função mudo. E se voltou a mim.
- Cara minha noite foi tensa. Foi tensa. – Continuei em pé na entrada da sala de TV.
- Sou todos ouvidos. – Meu irmão observou inquieto pelo meu estado.
- Te contei que iria buscar a amiga de Joseane no aeroporto? – Dirijo-me rumo ao sofá onde meu mano estava sentado.
- Sim. – Meu mano me acompanha com os olhos.
- Pois é... – Sento-me à mesa de centro. Coisa que se minha mãe visse na mesma hora me repreenderia. Narro o episódio com todos os pormenores, e à medida que avanço meu irmão vibra. Conclui: - Por isso tô tenso. O que achas desta história maluca? – indago-o afoito para conhecer sua opinião.
- Acho que você é um sortudo, e que porra... - Lamentou. -... Esse tipo de coisa não ocorre comigo. Porque se ocorre não desperdiçaria a oportunidade.
- Eu tenho namorada. Sou um cara fiel. Isso não conta?
- Não vou entrar neste mérito, porque é ciente quanto a isso o que penso. O fato mesmo é que sem pensar duas vezes se essa Vanessa pintasse no meu caminho, gata como afirmaste, não tenha dúvida eu morderia é certo; traçaria sem pensar uma vez.
Mano, admiro muito a tua moral, porém penso que mulher não gosta muito disto, não valoriza muito isso... – O interpelo com o seguinte questionamento.
- E o que elas, as mulheres, valorizam no homem?
- Safadeza. Quanto mais safado, melhor.
- Não concordo. Permita-me a não comungar com esse pensamento. – Levanto o cenho demonstrando minha perplexidade.
Ele continuou feito um grande entendedor de mulher.
- Tenho 20 anos, sou, portanto, mas novo que tu três anos, mas posso garantir, caso não sejas safado uma hora ou outra ela procura outro. Serei mais especifico: mesmo as certinhas, recatadas... - Fez sinal de aspas com as mãos. – Gostam de um cara safado na cama. Gostam de serem fodidas por trás tendo os cabelos nas mãos do cara. – Ele imita a cena. – Ela gemendo e o cara puxando. Ele mandando ver enquanto puxa o cabelo da vadia.  Caso o cara assim não faça, ou seja, seja fã apenas de papai e mãe, do arroz com feijão, não dará outra, insatisfeita ela procurará quem tenha a audácia de chupar seu rabo, quem meta o dedo, quem a coloque entre tapas para fazer um oral básico.
Ele debulha o pensamento sem me dar permissão para contrapô-lo. O escuto descrente, embora concorde que qualquer mulher precisa ser satisfeita, caso contrário, o relacionamento esfria. Como não sou besta nem nada, na cama maltrato Joseane na pica, contudo era algo que não contaria. Minha privacidade.
Ele falava:
- Não te engana meu irmão, mulher gosta de ser maltratada no sexo. Por isso, quantas e quantas casadas me procuram insatisfeitas. E eu ajudo restabelecer seus casamentos. Muitos maridos devem seus casamentos a mim. Porque depois que suas esposas me conhecem surge uma nova perspectiva, lhes concedo um novo gás.  É por isso, que pergunto será que Joseane teria o mesmo comportamento que você teve?


- O que vale é a minha consciência. – Levantei da mesa de centro. – Preciso tomar um banho. – Sai da presença do meu irmão experiente, embora com pouca idade.
No banheiro do meu quarto liguei a ducha e parado fiquei, deixando que a água espalhasse pelo meu corpo lavando–me por completo. Meus pensamentos divagaram, assim impuseram-se o episódio no carro, onde Joseane me pagou um boquete interrompido.  Em seguida, Vanessa tentando me agarra apenas de toalha. O efeito foi terrível, fiquei de pau duraço.  Droga, três dias sem sexo é uma judiação. Por óbvio, meu corpo precisava relaxar e nesta perspectiva apenas uma solução passava pela minha cabeça para descarregar a tensão: punheta, a velha e boa punheta. Assim sendo, não perdi tempo. Bati uma punheta só de leve.
Sinceramente deu pra relaxar, mas não tão bem como seria com Joseane. Não matou minha fome por sexo.
Na manhã seguinte, apresentei o centro histórico de São Luis para Vanessa: reviver, teatro Arthur Azevedo, Museu, praças, etc. Na parte da tarde percorremos as praias e no final do dia terminamos na Ponta do Farol. Não posso deixar de omitir que em todo nosso trajeto turístico ela investiu comprometida a ensejar o clima perfeito e irresistível, onde eu sucumbiria as suas investidas, contudo, permaneci inabalável.
Quando a deixei na casa de Joseane, antes de sai do carro ela me avisou:
- A nossa programação da noite é um cineminha aqui em casa. Os pais de Joseane estarão ocupados e a casa ficará livres pra nós três. Aí minha amiga pensou um programinha leve. É o tempo de você ir a sua casa tomar uma ducha, mudar de roupa e voltar. E quem sabe não chupo essa rola hoje? – Dito isso ela sai do meu carro.
Ela consegue me constranger. Ainda, mantendo a compostura, formalmente lhe agradeço:
- Muito obrigado.
Ligo o carro e saio.
Às oito e meia da noite estaciono o carro na garagem da casa de Joseane. Estou confiante que as investidas de Vanessa não perduraram durante a noite já que certamente se inibirá na presença de Joseane.  Não creio que tenhas ousadia ao ponto de dá em cima de mim na cara de pau.
Sou recebido por um longo beijo de Joseane que me abraça contra o seu corpo.
- Tô com saudades do meu namorado. Estamos precisando ficar sozinho, por isso a ideia do cinema.
- Como sozinho? – Digo no ouvido dela durante o abraço. – Vanessa também estará no cinema. A propósito ela já tá acomodada no lugar dela.
Meus olhos observam Vanessa vertida numa blusa tomara que caia realçando o colo a mostra. A calça apertada valorizando o desenho da boceta que parecia pular da orbita. Ela estava deitada no sofá menor. Muito sensual.
- Não te preocupa. Vanessa vai acender vela essa noite.
- Ok. – Não argumentei em contrário. Embora, não tenha gostado, contudo o que eu dissesse poderia desencadear briga. Fato que eu buscava evitar.
Agarrou-me pela mão direita e me conduziu ao sofá maior.
- Qual filme vocês escolheram? – Perguntei.
- Ainda não escolhemos. – Respondeu Joseane.
- Por quê? – Eu quis saber.
- Porque estamos indecisas entre dois filmes. – Agora quem respondeu minha pergunta foi Vanessa caminhando em direção do interruptor.
Joseane completou:
- Mata-me de Prazer ou Quatro Semanas e Meia de Amor.
- O que? – Porra! Isso lá é filme para se ver nas circunstancias que estou. Três dias sem sexo. Estou à flor da péle. Porra! Sacanagem comigo.
- Eu quero Mata-me de Prazer. Enquanto Joseane quer Quatro Semanas e Meia de Amor. – Vanessa apaga a lâmpada principal da sala, assim a sala fica um pouco escuro. Nada muito escuro, mas mudou o clima é certo.
- Façamos assim... - Sugeriu Joseane. - Primeiro a gente assiste Mata-me de Prazer e depois Quatro Semanas e Meia de Amor. Concorda amor? – Joseane busca meio apoio.
Em minha opinião assistiríamos Snipes americano, e nada de filme de foda, aliás, esse tipo de filme é para assistir na perspectiva de uma boa trepada em seguida. Enfim, não era o filme que de casa vim preparado para assistir. Por isso, tanto um quanto outro era a mesma merda.
- Concordo amor. – Dou de ombros demonstrando um tanto fez.
- Então, tá fechado começaremos por Mata-me de Prazer. – Joseane usava uma saia branca bordada e uma blusinha de manga curta adequado para estar em casa. Ambas usavam roupas informais. Ambas estavam sensuais, de um modo ou outros priorizaram a valorização dos seios. Esse detalhe era evidente, pois saltava aos olhos.
Vanessa inseriu o pendrive na TV, com o controle selecionou a página onde o filme estava guardado e deu o play. Uma vez assim procedido deu meia volta e sentou ao meu lado. Desta maneira, fiquei entre as duas. De um lado Joseane encostou a cabeça no meu ombro e aninhou a mão na minha com a visão entretida no filme que iniciava. Do outro lado Vanessa repleta de malicia.
O filme prendeu atenção de ambas. Quanto a mim procurei me manter reservado, absorto ao filme, pois se me deixasse levar não tenho nenhuma dúvida... Ora, o filme tanto um quanto o outro são muito caliente somado a isso havia as circunstancias de certo quadro de carência sexual que eu andava apresentando. Entrei nos quatro dias sem sexo, enfim uma tortura, por isso a reserva de não me deixar levar pela magia erótica do filmes, pois caso contrário, suplantaria a razão e no ápice da excitação cederia aos encantos de Vanessa que continuamente vinha oferecendo prazer. E o olha que a mulher era uma gostosa de primeira classe.


O irônico. Mesmo resistindo ao filme não pude contra os gemidos da atriz, contra o desenrolar da cena pesada de sexo. Fiquei duraço. Homem mesmo é uma coisa louca que sem exagero pode ser definido como um animal quando trata do assunto sexo, é tão verdade que somos influenciados quer olhando, quer tocando, quer ouvindo. Basta teclarmos no WhatsApp e não é necessário imagens, áudio , desde que seja um tema picante o efeito  já ensurdecedor na gente cujo efeito é ficarmos de pau duro, outras vezes além de duro o  pau fica babando. Homem é um animal mesmo, totalmente primitivo quando o assunto é boceta. 
Vanessa reparou o inchaço na calça. Esboçou um riso faceiro enquanto Joseane observando que a amiga tinha a atenção voltada ao filme apertou-o por cima da calça fazendo meu corpo tremer. Não satisfeita, beijou meu pescoço.
- Amiga, por favor, estou aqui mereço respeito.
- Não resisti. Desculpa. Também pudera tenho um namorado gato.
- Mesmo assim. Se quiserem posso ir pro meu quarto. – Vanessa sendo irônica.

O filme acaba.

Continua...




JOGOS ( II Capítulo)








II Capitulo



                                                                    Pressão


- Não vai rolar?- Ela repetiu a declaração negativa feita por mim. Um verdadeiro fora em Vanessa. - Complicado você, né? Em vez de sermão poderíamos estar usando o momento pra nos divertimos. – Fez menção de abrir minha braguilha, mas a impedi.
- Não. – Segurei a mão dela com força, e ela, cheia de artimanha levou minha mão aos seios dela.
O toque na pele macia, suave e quente foi estarrecedor. Descargas elétricas chicotearam meu corpo. Não poderia permanecer ali sozinho com ela, não era de bom censo. Até pensei quando parei o carro que daria um ponto final nesta historia. Mas, ali vendo a disposição dela por sexo, e por sexo comigo o melhor era manter distancia, pois do contrário sucumbiria aos encantos de Vanessa. Certamente o melhor a fazer era prosseguir a viagem e o mais cedo possível chegar ao nosso destino, à casa de Joseane no Renascença.
Tomei minhas mãos das de Vanessa. Liguei o carro e sai mais do que nunca querendo chegar.
- Lucas você é muito complicado. – Tendo dito, voltou-se para o banco de trás, onde uma de suas malas estava. Abriu-a para pegar short e blusa. Enquanto o traseiro ficou exposto para meu deleite. 
Vanessa era muito bonita. Vendo aquele trazeiro enorme pensamentos vãs blindaram na minha cabeça com imagens sacanas. Como por exemplo: Penetrá-la pro traz, ou lamber aquele cú. Balancei a cabeça reprovando-me por imaginação tão vil. Ainda, procurei justifica que aqueles pensamentos atrevidos acharam guarida em mim, porque há três dias não transava com Joseane. Nem um boquete teve, porque estava muito ocupada no estágio real no Hospital Psiquiátrico de São Luis. Ultimamente nem para umas carícias mais intensas ela tinha tempo, e como sou compreensível a entendi.
Vanessa se vestiu.
Vestida declarou:
- Não sou de desistir fácil. Até gosto de homem difícil. - Roçou meu rosto. Depois, sadicamente encheu a mão da minha genitália. E prometeu. – Viajo no Domingo, e antes da minha viagem vou chupar essa rola. Custe o que custar. – Feito a promessa afastou-se e emudeceu.
No momento em que segurava minha parte intima fui tomado por sensações libidinosas. O toque, a pegada firme, a maciez, a delicadeza dos dedos, da palma da mão de Vanessa foram vitais para provocar uma excitação extremada que evidentemente foi sentida por Vanessa, embora tenha sido discreta quanto ao fato do meu membro nas mãos dela tenha ganhado dimensão e rigidez desfreado como um leão que depois de ferido é dominado pela fúria, e indomável somente retorna ao estado de acomodamento após devorar o agressor.



Entre os dedos de Vanessa não obtive nenhum comportamento brusco no propósito de distanciá-la, tampouco a ataquei com palavras raivosas. Nenhum um movimento de minha parte para me livrar das mãos dela, simplesmente porque eu gostei. Meu corpo queria que o momento fosse estendido, que o tempo parasse e num parêntese do tempo pudesse dar asas aos meus pensamentos: Comê-la, provar se realmente ela era boa de oral ou se era apenas propaganda enganosa. Nos parênteses do tempo ninguém saberia e o meu relacionamento não estaria ameaçado por uma louca. Louca essa que dela eu nada sabia, além do fato de ser louca por rola.
Aumentei a velocidade do carro. Era fato: Não poderia fica mais sozinho dividindo o meu espaço com Vanessa. O bom censo me dizia isso: Chega logo na casa de tua namorada. 
Instante depois reduzir a velocidade, pois enfim entrei no Condomínio de Joseane. Para nossa surpresa Joseane nos esperava a porta de sua casa. Avistamo-la ao longe. 


Parei o carro próximo de Joseane. Vanessa desceu apressada muito feliz em poder estar com amiga. Ambas se abraçaram num abraço repleto de gritaria, histeria. Em outras palavras, um típico encontro de mulher que faz muito tempo que não se veem. Eu permaneci no carro observando a cena.
- Meu Deus nem acredito... - Gritava Joseane ora abraçando, ora observando a amiga a fim de constatar se de fato era real o momento.
- Também nem acredito. Ai, ai... – Gritava de histeria.
- Temos tanto pra conversar. – Repetia Joseane entre gritaria e lapso de racionalidade.
Vendo a cena foi impossível não notar. Era totalmente outra pessoa que estava em frenesi; em beijos, abraços e muita histeria com Joseane. Não era a mesma pessoa que no percurso do aeroporto ao Renascença tentou me agarrar. Eram duas pessoas totalmente diferentes. Concluir a análise: Ou a falsidade era muito grande, ou eu realmente não compreendia as mulheres.
Encerrado o momento de histeria Joseane perguntou a Vanessa:
- O Lucas foi gentil com você?
- Muito. O teu namorado é um cavalheiro.
- Bom saber. Eu e o Lucas levaremos tuas malas. – Disse vindo até a porta do carro, onde eu estava. – Vou levá-la até meus pais e volto logo para levarmos a as malas dela. Ok?


Balanço a cabeça positivamente.
Sem demora Joseane retorna. Entra no carro e senta na mesma poltrona, onde Vanessa estava sentada. Rapidamente imaginei a reação de Joseane se por acaso soubesse da atitude da amiga. O jeito como era brava, sem duvida partiria para vias de fatos.
- Obrigada. – Afagou meu rosto enquanto olhava dentro dos meus olhos. – É muito bom saber que posso contar contigo. E é melhor ainda, saber que posso contar com você mesmo quando não concorda. Mesmo não concordando, ainda assim você faz meu gosto, simplesmente pra me agradar. Obrigada – Trás para si meu rosto. Cheira a região do meu ouvido delicadamente enquanto inalo o aroma gostoso do seu cabelo. O rosto dela roça o meu de tão perto que estávamos numa singeleza quase que inocente para em seguida torna-se febril; essa era uma característica de Joseane que me cativava. Ela não ia direto ao ponto, pelo contrário, dosava, ia brincando, experimentada na paciência, prolongando o momento cujo resultado era me esbaldar no prazer.


Passou a língua no lóbulo da minha orelha. Fiquei arrepiado. Murmura no meu ouvido:
- Eu amo você, Lucas.
Desceu a mão direita, sem cerimônias, direto para minha braguilha, e abriu-a. Ternamente acariciou meu pau ainda na cueca. Indo da base a glande.
- Fico tão satisfeita em saber que ti deixo assim. – Falou olhando para meu pau ainda na cueca.
- Sou teu. – Informei cheio de verdade, cheio de entrega. “Até aqui continuava mantendo a minha palavra de jamais traí-la” era eivada deste sentido a minha declaração. Pena que ela não conseguiu alcançar a extensão das minhas palavras tampouco as poderia dizer abertamente, porque teria que explicar quem de fato era Vanessa.


Joseane usava calça branca, que era a farda exigida pelo Hospital, onde estava estagiando, contudo a blusa não fazia farte da farda. O que presumir que havia tomado banho e trocado a roupa, talvez tenha feito apressada, porque na afobação vestiu novamente a calça que usava no hospital. Quanto à blusa era leve proporcionando que os seios saltassem á depender dos movimentos que fizesse. Exalava sensualidade.
Quanto a mim estava bem discreto: Bermuda caqui e camisa Calvin Klein. Usava corte de cabelo baixo, suíça grande que prolongava ao encontro do cavanhaque sugerido por Joseane, segundo ela me deixava mais macho, mais viril ao ponto de penas me ver já a excitava. Depois que passei a usar constatei que caia bem, de fato me deu uma aparência mais madura. Por isso aderi o cavanhaque.
- Há três dias que não transamos. – Reclamei crente que daríamos uma rapidinha.
Joseane nada respondeu, agiu o que foi muito melhor. Deixou a caricia de lado, na região do meu sexo, e passou com veemência a palpá-lo simultaneamente lambeu minha orelha. Respirou fundo e eu pude sentir o hálito de baunilha de quem acabara de escovar os dentes; hálito fresco que atiçou ainda mais a tensão sexual que pairava dentro do carro.


- Obrigado amor. – Disse pausadamente com sensualidade. Feito isso avançou até o canto dos meus lábios, onde repousou um beijo de cadencia fraca, molhado, por minha vez, eu correspondi sem pressa, sem exageros apenas me entreguei ás vontades de Joseane. De repente intensificou o beijo, com a língua exposta lambeu meus lábios em movimentos articulados, quase que coreografados; claro que respondi, tocando a língua dela com a minha, afagando os lábios dela ao mesmo tempo em que ela também afagava a minha. Tudo bem compassado no mínimo detalhe até na inclinação da cabeça.
Beijava-me intensamente sem deixar de lado meu pau. Terminado a fase afago sobre a cueca, partiu para tocá-lo sem a barreira da cueca. Pela beirada da cueca o tirou e o segurou pela cabeça. Subiu na mesma hora uma sensação boa que se propagou rapidamente pelo meu corpo, algo sexual, que quase me fez perder o controle, atropelar ás preliminar e a foder logo sem mais delongas. 
Verificando que pela beirada havia atrapalho resolveu tirá-lo pela parte normal da cueca, onde sem dificuldade aparente saiu pela braguilha para Joseane manuseá-lo. No fim de ajudá-la abri o botão da bermuda deixando meu sexo cativo à mão de Joseane que iniciou movimentos repetitivos de vai-e-vem para cima e para baixo.


Suspirei embriagado de tesão.
Ela continuou me masturbando.
Ela continuou chupando minha língua. E eu continuei suspirando completamente entregue as suas mãos.
- Posso gozar na tua boca, amor? - Entre beijos lancei a pergunta.
Joseane parou o movimento de vai-e-vem de repente. Atentou-se para a região da cabeça rosada, delicada, sensível. Ali entorno fechou a mão. Apertou. Em seguida subiu e desceu bem devagar. Subiu e desceu. Se não bastasse com ar faceiro tocou com dois dedos a cabeça rosada como que conferisse o local, que era não só macio, mas também delicado por ser revestido de pele fina, portanto requeria devoção, carinho, cuidado já que qualquer passo em falso acarretaria dor insuportável. Devotada com os dois dedos nele começou a fazer movimentos circulares estimulando a região; os movimentos circulares eram precisos, dentro de uma dosagem equilibrada: Não tão forte, não tão lento, na velocidade ideal cujo efeito foi inchá-lo, deixá-lo proeminente. 


Fui a outro mundo e voltei. Custava gozar mais não agüentaria mais, explodiria nas mãos de Joseane sem mais tardar se continuasse com aquela destreza. Ela percebeu meu estado, por dois motivos: Meu suspiro ficou mais profundo, e expeli gotículas de espermas que, agora servia de lubrificante para as mãos dela facilitando assim a tarefa de executar os movimentos repetitivos. Ressalto a significativa esperteza de Joseane que me estimulava especificamente entorno da região da glande, onde a sensibilidade era extrema, principalmente por causa do lubrificante natural. 
Ela continuou subindo e descendo. Subindo e descendo - Gozar na minha boca? Sou mulher de palavra amor. Na hora certa permitirei. Por enquanto tá bom. – E abruptamente parou de me masturbar e me beijar vorazmente, do nada.

Não entendi nada. Antes que eu tivesse o tempo para protestar Joseane saiu do carro.
Voltou-se já na porta do carro, e falou:
- Recomponha-se, depois leva as mala de Vanessa para o quarto dela. Ela vai ocupar o quarto ao lado do meu. 
Sem esperar nenhuma resposta minha bateu a porta do carro e me deixou no estado de excitação tremenda. Furioso desferir dois socos no guidom do carro acompanhado com o palavrão:
- Caralho.
Sei que o soco desferido não solucionava minha situação, mas aliviava a minha raiva. Ajeito-o na cueca, fechei a braguilha e sem nenhum entusiasmo pego a duas malas de Vanessa e as levo.
Entro no quarto especificado por Joseane. Não se encontrava nem Joseane nem Vanessa. Gosto de ambas não estarem, principalmente Joseane com quem a essa altura estava furioso pela molecagem de não ter finalizado o que começou. Essa atitude dela foi uma verdadeira molecagem. O pior: Eu estava em brasas.


Botei as malas ao lado da cama. Quando me virei para ir embora, eis que surge vindo do banho, somente de toalha, Vanessa.
- Sei o que tua namorada acabou de fazer com você. Estava observando da janela.
- O quê? – Interrogo-a cético. Ora era demais o fato de Vanessa esta me vigiando. Era demais.
- Pelo visto você ainda tá animado. – E realmente eu estava ainda duro. - Aproximou-se. – Se quiser posso resolver esse problema. - Permaneci parado, calado.
Ela se aproximou ainda mais. E como não me movia certamente encarou minha inércia como anuência, pois me empurrou na cama. Cai de costa. 
Ela sentou sobre mim na região do meu sexo e lançou a toalha pra longe. Nua completamente nua sobre mim comentou:

- Você tá muito animado. É perceptível.
Mesmo sedento por sexo. Mesmo perceptivelmente precisando gozar, alias, fazia três dias que não gozava ecoaram na minha cabeça a promessa feita a Joseane que jamais a trairia. Lembrei das palavras que utilizei para selar a promessa: “Eu te amo, porque você é o presente de Deus para minha vida. Por isso o sentimento que trago no peito foi colocado pelo criador. Procurei-te por muito tempo na esperança de encontrar a felicidade e o tempo oportuno chegou! És minha, sou teu. Pedi-te para Deus, Ele atendeu. Agora honrarei o presente, buscarei de todas as formas fazer-te feliz. Amo o teu sorriso, teus abraços, os teus beijos. Respeito com veemência a tua confiança, Joseane, sobretudo tua cumplicidade! Como a flor um belo sentimento, por te, tomou forma no meu peito. Deus estar alimentando-o, só nos resta cuidarmos, tomarmos a responsabilidade de por ele sermos abençoados e juntos sob o olhar atento do todo poderoso aperfeiçoarmos esse sentimento que é a fonte da minha vida!”

Diante do eco da promessa rolei na cama. Vanessa caiu de lado, obtive o cuidado para não machucá-la. Sem olhar para trás deixei o quarto, a casa de Joseane.
Tudo que eu precisava era de uma boa ducha para refrescar a cabeça.


Continua...

JOGOS ( I Capítulo)




I capítulo


Aeroporto


A coisa que eu mais prezo é a verdade. E como aprendi bem cedo com o meu pai o seguinte lema, a maneira que gostaria que os outros agissem para comigo devo proceder para com os outros. Tento segui-lo, porque esse pensamento como lema sempre norteou sua vida. Portanto, segundo esse principio basilar, como prezo a verdade, procuro assim oferecer aquém me cerca com nada menos que a verdade, principalmente as pessoas que amo.

Centrado neste pensamento procuro de toda ás formas me desviar do caminho da mentira, e da traição. Embora seja verdade que há muitos obstáculos querendo me fazer voltar atrás da decisão, muito. Mesmo assim continuo firme.
Não sou nenhum um santo, mas procuro fazer valer minha palavra quando, pelo aniversario de dois anos de namoro com Joseane Macedo Veloso, reiterei meus votos de jamais traí-la. E tenho persistido.
Meu amigo insiste em afirmar que prezo a verdade, porque ainda não houve a oportunidade de flertar com a mentira. Argumenta que é natural o homem trair, segundo ele, faz parte da natureza masculina, portanto quando eu tiver a oportunidade de trair, trairei. Penso que não, a não ser que seja uma tentação muito grande, além das minhas forças, ou seja, um caso atípico. Enfim, por enquanto persisto no meu pensamento.
Eu amo minha namorada, Joseane Macedo Veloso. Ela tem o poder de me completar, de todas as formas: tenho um ótimo relacionamento, onde sou realizado tanto na cama quanto na vida emocional. Então, se ao lado dela me sinto realizado para quê vou estragar o que até, aqui, juntos construímos por momentos? Estragar por segundos de prazer?  Se com ela quero estar hoje, amanhã, depois e depois, porque vou correr o risco de perder a companhia, os beijos, ás palavras doces, o amor de Joseane por besteira? Porque vou querer correr o risco de perder a companhia, os beijos, as palavras doces, o amor de Joseane?

Eu a amo, porque ela é o presente de Deus para minha vida. Por isso o sentimento que trago no peito foi colocado pelo criador. Procurei Joseane por muito tempo na esperança de encontrar a felicidade e o tempo oportuno chegou! Ela é minha, sou dela. Pedi-la para Deus, Ele atendeu. Agora honrarei o presente, buscarei de todas as formas fazê-la feliz. Amo o sorriso dela, os abraços, os beijos. Respeito com veemência a confiança de Joseane, sobretudo sua cumplicidade! Como a flor um belo sentimento, por ela, tomou forma no meu peito. Deus estar alimentando-o, só nos resta cuidarmos, tomarmos a responsabilidade de por ele sermos abençoado e junto sob o olhar atento do todo poderoso aperfeiçoarmos esse sentimento que é a fonte da minha vida!
E foi em nome deste amor que topei por uma semana dar uma de guia turístico para com a amiga de Joseane, que chegará logo mais a São Luis, ás 22hs da noite. Tudo para vê-la feliz.

- Amor, tá lembrando? É hoje que a Vanessa chegará aqui em São Luis.
Como poderia esquecer? Nem se eu quisesse conseguiria. Desde o mês passado quando Vanessa confirmou a viagem que Joseane não permite que eu esqueça o fato que serei por uma semana guia turístico, já que como Joseane estar em fase de termino do curso de Psicologia não está tendo tempo pra nada, assim eu fui intimado a apresentar São Luis para hospede ilustre.
- Tô, amor. – Confirmo abrindo o guarda roupa para escolher a camisa que usaria para tarefa de buscar Vanessa no aeroporto.
- Quero ressaltar que você seja muito educado com a Vanessa. Sou ciente que não tá de bom grado embarcando nesta, mas aceitou por mim. Olha, Vanessa é minha melhor amiga... Amiga de repartir tudo. Amiga irmã, portanto quero oferecer pra ela a melhor estadia de São Luis e como não poderei dar atenção que ela merece, meu namorado fará a vez. Posso contar contigo, né?
- Claro. – Pego uma pólo da Abercombie listrada e a jogo sobre a cama, onde já havia uma camisa Calvin Klein.  A Indecisão se estabelece.
- Então, vou desligar. Meu plantão termina ás 23hs. Beijos amor.
- Te amo. – Respondo indeciso entre a básica da Calvin Klein e a pólo da Abercombie.
- Ah, pelo o que você estar fazendo tenha certeza, será bem recompensado. – Revelou numa voz cheia de segundas intenções.
- Agora você me deixou curioso. – Ponho de lado a indecisão e passo a ouvi-la com mais atenção. Afinal a curiosidade era meu ponto fraco.
- Deixei, é?

- Qual será a recompensa? – Pergunto sendo naquele momento todo atenção.  Era á atenção em pessoa e claro, com muita malícia.
- A recompensa só ocorrerá se você tratar a minha amiga muito bem. Do contrário, terá também recompensa, porém presumo que não vá gostar muito desta.
- Agora eu quero saber. – Caminho até a janela do meu quarto e fito a rua sem interesse, pois meu interesse foi dominado por Joseane.
- Vou desligar. – Ameaça premeditadamente a fim de me torturar, pois sabia que tinha tendência à curiosidade.
- Conta amor. – Insisto colocando a mão no bolso.
- A recompensa será uma chupada daquelas no teu pau. E vou deixar você gozar na minha boca. – Perco a fala. Gozar na boca de Joseane era meu fetiche. È certo que ela sempre me presenteava com um boquete, que gostava de brincar com o meu pau, apreciava estimulá-lo, mas deixar gozar na sua boca nunca nestes anos de namoro permitiu. E agora, do nada deixar, quer dizer do nada não – como ela mesma falou era uma recompensa - havia um preço a ser pago.
 E, obvio, eu gostei.

- Verdade amor, eu poderei gozar na tua boca? Humm... Já gostei.
- Agora se não fizer o que te pedir também haverá recompensa: um mês sem sexo.
Essa possibilidade não me agradou muito. Lembrei na mesma hora do fato que havia três dias que não transavamos, e estava do jeito que estava: subindo pela parede. Um mês, estaria morto.
Somente de cogitar a possibilidade me deixava mal. Por isso, disse:
- Deixa comigo que darei o meu melhor. Não será preciso essa segunda recompensa.
- Então estamos combinados. Vou desligar. – Avisa Joseane.
- Beijo amor. – Volto atenção ás camisas: Se a pólo ou se a básica.
- Outro. Ti amo. – Desligou.
Opto pela básica, pois combinava melhor com a bermuda escolhida.



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- Aquela sua placa com o meu nome escrito, tava muito engraçado. - Iniciou uma conversa depois de uns oito minutos de pleno silêncio no carro.
Ás 22hs estava no aeroporto de São Luis esperando a ilustre amiga de Joseane com uma placa á mão escrita: “A espera de Vanessa Pereira”, embora Joseane por várias vezes tivesse me mostrado foto suas, e conversado por telefone considerei que a placa seria interessante para chamar atenção dela, afinal nunca havíamos nos encontrado pessoalmente.
- Você não gostou da placa? – Um pouco desconcertado. Devo confessar que estava meio engessado. Ainda, não havia conseguido me soltar.
- Não é isso. Só achei hilário. Nunca antes um homem ficou me esperando num aeroporto com uma placa: “A espera de Vanessa Pereira”. E ainda mais um homem lindo. – Diz olhando pra mim, o que me deixa constrangido.
- Eu, lindo? - Disse meio que gaguejando.
- Sim. Não quero te constranger. Mas, sim, você é lindo. – Leva a mão até minha coxa e de leve a toca. Eu me espanto com a ousadia.
Só consigo dizer:

- Que nada. – E encolho a perna a fim de me livrar da mão de Vanessa. Dar certo.
- Parece que estou te constrangendo. – Faz ar de riso.
- Impressão sua. – Tento passar uma imagem de segurança.
- Conheço Joseane desde inicio da adolescência. Lembro que fazíamos tudo juntas, repartíamos tudo... Tudo mesmo. – Quando Vanessa repetiu a última frase à impressão que tive é que ela me mandava um recado, algo que não consegui entender. Continuou: - Mas aí o pai dela foi transferido pra cá. Faz seis anos que não a vejo. Neste período todo, como você sabe mantemos nossa amizade via redes sociais.
- Acho muito verdadeira a amizade de vocês. A propósito também tenho um amigo, o Eloílson Setubal. Conheço-o desde quando me entendo por gente.
- Vou gostar de conhecer teu amigo. – Murmura ligando o rádio do carro. Como não se agradou da música que tocava na estação aleatória que ligou, mudou. Na segunda estava tocando sertanejo, na terceira, música gospel, e na quarta, alguém pregava. O que presumir que ela rádio evangélica. – Será que não encontro nada interessante? – Desiste.
Vanessa tinha uns 24 anos. Alta, cabelos loiros estilo empresaria de sucesso, nariz bem afilado, tão afilado que considerei a possibilidade de ser resultado de uma intervenção cirúrgica, além de exalar um cheiro bom de perfume importado. Uma mulher linda para homem nenhum coloca defeito. Exibia unhas compridas pelas quais mantinha certo apreço, pois de vez enquanto a peguei admirando-as.
- Qual a música que você gosta? – Trocando de marcha.
- Sou eclética. – Admirando as unhas da mão direita. A ação acredito que era involuntário, costume enraizado no dia a dia de Vanessa.
- Sei. – Com os olhos fixos na estrada. Nisto tive a idéia de apresentar Kurt Cobain. E o fui fazer...

Levei a mão no MP3 para dar o play, talvez Vanessa gostasse da minha seleção de Kurt Cobain. No que fui apertar o play às mãos de Vanessa repousaram sobre ás minhas fazendo no mesmo instante o sangue do meu corpo fugir.
Disse ela:
- Joseane me contou a dimensão de tua fidelidade. Como é grande.
Fiquei sem palavras. Não entendi ao certo do que ela falava, porque as palavras de Vanessa eram repletas de duplo sentido.
E como não tinha o que dizer, disse a nossa localidade:
- Estamos agora na Cidade Operaria. – Apressei-me para retirar minha mão. Retirei sem apertar o play. Deste modo não consegui apresentar minha coleção a Vanessa, de fato nem foi mais cogitado a questão música durante nossa viagem.
- Presumo que não se incomodaria, caso eu trocasse de roupa aqui, agora.
Fitei-a, em silêncio, longe de encorajá-la a executar a ação. Ela, por sua vez, me encarou.
Ousada, externou:
- Tu és muito lindo. Não pense que sou atirada, mas... Não sei... Você mexe comigo. Você é diferente, e como é diferente... – Não terminou de falar. Sem explicação tampouco nenhum pudor tirou a blusa, expondo os seios fartos, roliço feito romã cujo bico estavam rígidos, firmes.
Ela comentou indiferente:


- Não sou adepta de sutiã.
Meu sangue ferveu. Minha pressão caiu de eleve. Enfim, fui tomado de sensações impróprias para quem estava dirigindo. E como sabia que não era bom manter minha atenção na cena que transcorria ao meu lado, pois era total concorrência para com o que estava fazendo, que era dirigir; fixei os olhos na estrada e resignado lutei para ignorá-la.
A tensão era grande.
Mesmo comprometido com a minha atenção na estrada, de relance dei uma olhada ligeira para Vanessa que a essa altura tirava a calça Jeans apertada, deixando à mostra a calcinha de renda vermelha, a coxa grossa, malhada, atrativa.
Suspirei fundo.
- Espero que não esteja de alguma forma, sendo incomodo pra você.
Nada disse. Precisava respirar. Precisa digerir aquilo tudo. Eu precisava dirigir.
Por mais que eu quisesse depositar totalmente minha atenção na estrada, porque era o certo, era insuportável sobre me a influencia de Vanessa, usando apenas calcinha vermelha. Transformou-se a vontade de fitá-la, admirá-la quase a grau de necessidade. Travei uma guerra nos meus pensamentos, onde de um lado meus princípios me avisavam que Vanessa era problema dos grandes, do outro meu instinto masculino me conscientizava que Vanessa estava perdidamente enfeitiçada por mim, doida por sexo. Eu deveria aproveitar.
Suspiro fundo novamente.




Aquela cena parecia mentira. Nunca antes havia acontecido isso comigo, digna de ficção; se por ventura contasse a alguém correria o risco de ninguém acreditar.
- Joseane me contou o quanto você é bom de cama.
- Ela contou, é? – Sem jeito. Mas com um misto de raiva, haja vista que aquele detalhe era pessoal, assim inadmissível Joseane contar nossa intimidade pra terceiros, mesmo que fosse essa terceira, sua melhor amiga. Depois, analisei a eventual possibilidade de Vanessa estar jogando comigo na perspectiva de minar meu relacionamento. Não cairia nesta, ou seja, não ficaria zangado nem cobraria explicação de Joseane.
- Confere? – Persiste no assunto.
- Podemos mudar de Assunto? – Vermelho de constrangimento.
- É tímido?
- Não se trata de timides.
- Posso tira a prova dos nove, depois conto o resultado.
- Não obrigado. – Procuro me controlar a fim de não ser rude, embora ela merecesse que fosse.
- Humm, parece que você não é muito tímido.
- Porque diz isso? - Pergunto intrigado.
Percebo que ela observa a região do meu colo.
Afirma, ela:
- Parece que você estar animado.
Avança para conferi, mas eu a impeço.
- Não. – Digo num tom áspero.
- Parece grande. Gostaria de bater uma pra você. – Oferece a proposta indiferente ao meu “não áspero”. Ela continua na proposta. – Sou muito boa no oral. Adoro chupar pau de cabeça rosada, e aposto que teu pau tem a cabeça rosada.
Ajeito meu pau na cueca, que realmente estava visivelmente duro; o ato de ajeitar disfarçou a extrema dureza, atenuando deste modo o volume formado na calça. Ficou discreto, apesar de nada mudar, isto é, continuava ereto por causa da influência insana de Vanessa que brincava comigo.
Saio da estrada. Encosto o carro e tento dar um fim à cena de enredo de filme pornô.
- Você, de fato é amiga de Joseane? Porque se for vira a página, porque não vai rolar. Eu amo a tua amiga. Quer que eu repita? Eu vou repetir pra que você entenda, para que não haja duvida: Eu amo Joseane. Eu amo Joseane.
Ela rebate friamente.


- E quem tá falando de amor aqui? Eu estou falando de sexo. Joseane me falou que tu sabes foder, e eu que não sou besta quero provar, ou seja, o ponto central não é amor, é sexo. Só procuro uma boa trepada, de preferência com quem saiba de fato fazer e como minha melhor amiga atesta tua desenvoltura... Enfim, não se trata de amor.
Por isso, não complica. Por mim teu futuro é e será para sempre ao lado de Joseane, aliás, não consigo me contentar somente com uma rola por muito tempo. Sou de diversificar. E, como sabe ficarei na tua cidade apenas por uma semana. Por isso, não complica as coisas, porque não é complicado. Seja pratico, porque sou pratica.
Pasmo com o tamanho da frieza protagonizado por Vanessa. Fiquei com pena dela. Porque a única explicação para aquelas palavras era solidão. Era falta de amor.
- Sinto muito, mas comigo não vai rolar.


Continua... 



OBS: Já tá disponível aqui no blog o II Capitulo de JOGOS.