JOGOS ( CAPITULO VII)

                                



                                                                             Hora de partir            

 - Agora é a tua vez Joseane.

Ela ficou de quatro diante de mim. Enterrei o rosto no grelo dela por trás sugando os pequenos e grandes lábios. Sugava com toda boca, com desejo demasiado. Depois devargarinho foi penetrando o cacete na boceta rosinha de Joseane. Fui metendo. Metendo. Já dentro fui deixando às socadas mais fortes. Socando mais forte. A velocidade foi ficando cada vez mais forte; cada vez mais descompassado. O meu cacete invadiu a vagina de Joseane com voracidade. Era tão grande a velocidade que a cada estocada as minhas bolas estalavam na bunda da jovem. Ela gemeu rangendo o dente. 

- Tá vendo o que é deixar macho em jejum? - Tirava e metia o membro na boceta dela por trás. Tirava e metia. Socava na doida. Com fúria metia a rola na minha namorada. – Ah, nunca nestes dois anos de namoro deixaste gozar na tua boca, mas hoje não passa. Hoje não passa.

Meti mais fundo. Perdi a noção fodendo aquela que não valorizou minha fidelidade. Ela se viu besta na pica. Gemeu alto. 

- Vem aqui Vanessa. Fica bem aqui. – Posicionei Vanessa de cócoras atrás de mim e bem próximo da bunda de Joseane. A ideia era tirar o pau da boceta de Joseane e enfiar na boca de Vanessa.

Esperta ela denotou a finalidade do plano de imediato e esperou em expectativas. Não tardou tirei o pau de Joseane e meti na boca de Vanessa, tal qual planejado. Ela, por sua vez, não perdeu tempo mamou meu pau após arrancar a camisinha.

Ela mesma me encapou novamente e ajudou-me até a porta, de onde sozinho fiz caminho.

- Tá sentindo a pressão do meu pau? – provoquei-a. - Meu pau tá te fazendo gritar? Agüenta pressão. Vanessa agüentou muito bem a pressão. Não vá amarelar.

- Rasga essa boceta e para de falar. 

- Depois veja o resultado, tu vais ficar com pena do estado em que vou te deixar. Porra!

- Arregaça então.

- Tô arregaçando.

- Fode. Me fode, vai!

- Tô fodendo!

- Fode sem pena. Mete essa pica todinha!

- Tô fodendo sem pena.

Metia brutalmente. Sem tirar o pau a levei para encostar-se ao sofá. Uma perna ficou no chão e o joelho sobre o sofá. Permaneci atoladinho dentro dela. Com jeito para que não escapulisse o cacete.

- Vou foder o teu cu.

Ela protestou em negativa:

- Não. Não sou acostumada.

- Chegou à oportunidade de acostumar. E vou logo avisar, vou arregaçar o teu cu.

- Não. Deixa pra outra vez. – Continuou negando o rabo.

- Pra outra vez? Vou detonar teu cu é agora. Já chega de fazer teus gostos. Agora as coisas são do meu jeito. E para porra de choramingar.

Nossos corpos estavam começando a ficarem suados.

Atolei o cacete no ânus de Joseane. Ela em estado de êxtase gruniu com o dente ferrado. Retribuir o estado de êxtase com mais socadas, com mais sacanagem, com mais beijo na boca. Joseane mordeu uma das almofadas que estava sobre o sofá.

Soquei o rabo dela numa estocada onde cuidado com as pregas delas era o ultimo das preocupações. Finquei o pé na boca da vadia que não valorizou meus sentimentos. Ela ficou rendida, entregue aos meus caprichos totalmente dominada. De mal soquei com violência. 

Alternamos de posição. Botei Joseane no colo, e passei mexer com força absurda. Ela cravou as unhas na minha costa não só como meio para extravasar, mas também de retaliação. Gostei, Joseane era de parada. 

- Cavalgar bebê. Cavalga nesta rola. Mostra que tu sabes. Mostra pra tua amiga que sabes trata bem um cacete. Mostra pra ela como se faz. – mandei.

Ela cavalgou no meu colo. Devido aos pulos o cacete escapuliu, mas imediatamente Vanessa pegou e o em caminhou para o buraco devido. Deslizou e entrou que foi uma maravilha. Eu a beijava. Dava-lhe tapas. 

- Boa menina. – Em função de Vanessa ter me ajudado.

Mudamos de posição novamente. No chão, eu a pus de ladinho e mandei ver. Fodia sempre na doida, sempre forte. A cada vez que nossos corpos se encontravam zuada enchia a sala. A cada estocada eu metia um tapa na cara dela com agressividade. 

- Fica de bruços. – Ordenei.

Ela atendeu.

Tirei o pau do cu dela, para em seguida afastar a parede da bunda dela com as mãos para melhor enfiar a língua. Era audível a respiração forte de Joseane.

Ela sacana na minha cara piscou o cú, bem como pulsou, rebolou. Em resposta alisei a porta arrombada e meti dois dedos. Depois enfiei os ditos dedos na boca dela. Ela provou o próprio gosto.

- Gosto bom. – Testemunhou sedenta por mais. Joseane estava sedenta por vara. Mulher é assim, gosta de cacete quanto mais sacana for o cara mais elas gostam. E se por ventura, o cara não a comer deste modo, ela procura outro que o faça, já argumentava meu irmão. 

- Vou te foder na doida.

- Manda ver.

- Mas, não era tu que agora pouco estava protestando contra? 

Ela riu faceira. 

Cumprir a promessa. Soquei freneticamente. O pau entrava e saia. Entrava e saia. Imobilizada roçava o rosto no meu braço que lhe aplicava o grampo. Eu sobre ela, ela embaixo de mim. Sem pensar muito a arrastei pelos cabelos para trás do sofá menor e a fiz curvar, deixando assim o trazeiro a minha disposição. Às duas mãos enchi em cada seio farto de Joseane que pareceu perder controle quando na primeira engrenagem atolei-me ao mesmo tempo em que possuía os seios dela um em cada mãos, apertando-os, massageando-os. Ou às vezes apenas evidenciando posse.

- Tarada por pau, mas gosta de dá a bunda Sinta meu pau no teu te fodendo. Olha como eu como fodo teu cu. Sente porra. 

- Fode. Fode.

Desferi tapas. Tapas. Enquanto tirava do rabo dela e metia na boceta. Ou quando fazia o percurso em inverso: tirava da boceta dela e enfiava no rabo. O critério? Era a minha vontade. Rabo, boceta. Rabo, boceta.

- Vou gozar. – Ela gritou.

Eu também senti gozo chegando. Vamos gozar juntos. O jato vinha forte, crescendo no meu interior. Chegando forte. Elevei a velocidade das estocadas. 

Metia com mais urgência.

- vou gozar! –Ela anunciava.

- Também tô perto. Mas como já falei vou gozar no teu rosto. Vou lambuzar teu rosto de esperma. Da minha porra.

- Gozei. Gozei. – Com o rosto enterrado na costa do sofá. 

- Fique aqui ajoelhada a minha frente. – Trêmulo de excitação a conduzir pelos cabelos na maior brutalidade perto da mesinha de centro. Chamei Vanessa. Feito isso, fiquei me masturbando enquanto Vanessa se posicionava. 

Vanessa cordeirinha, obedeceu. Ficou ajoelhada ao lado da amiga.

- Agora, enquanto esperam minha porra, porque não se beijam? - Embora, tenha sugerido formalmente, não se tratava de um pedido ou sugestão, de fato era ordem que como ás demais teria que ser feito sem pestanejar. E foi o que ocorreu.

Elas se entreolharam desconfiadas, contudo avançaram destemidas. Beijaram-se e o tesão da porra tomou conta de mim. Meti meu pau no meio dos beijos das duas, que não se intimidaram continuaram o beijo tendo meu membro como cereja do bolo, no caso, do beijo. O tesão aflorou tanto que jorrei porra na face das duas ao mesmo tempo. Lambuzei ambas com meu esperma, assim ficaram meladas, todavia, não se importaram, não interromperam o beijo cheio de porra escorrendo pelo rosto das duas vadias.

- Engole minha porra.

Resolvi participar do beijo, que se transformou num beijaço coletivo. Três bocas se encontrando com fervura.

Caímos no chão e ali ficamos mortos de prazer. Com toda certeza elas estavam satisfeitas, portanto, elas teriam muito que contar para as amigas. Não era o que queriam?

- Tudo bem com vocês? – Perguntei depois de um tempo.

-Tudo. – Respondeu Vanessa feliz pela foda. – Que foda pô.

- Tu te superaste, amor. Não concorda amiga? – Foi à vez de Joseane responder entusiasmada.

Esbocei um riso. Virei para Joseane, e com segurança na voz, fazendo de tudo para não ser traído pela voz, questionei:

- Tens certeza que gostaste Joseane?

Levantei-me vestir a cueca, a calça. 

Ela respondeu:

- Claro, a melhor trepada. Eu gostei muito amor.

- Bom saber, porque foi a ultima vez que transamos. Lembra da minha promessa? – Ela nada respondeu. – Lembra das palavras que utilizei para selar a promessa? Vou refrescar tua memória: Eu te amo, porque você é o presente de Deus para minha vida. Por isso o sentimento que trago no peito foi colocado pelo criador. Procurei-te por muito tempo na esperança de encontrar a felicidade e o tempo oportuno chegou! És minha, sou teu. Pedi-te para Deus, Ele atendeu. Agora honrarei o presente, buscarei de todas as formas fazer-te feliz. Amo o teu sorriso, teus abraços, os teus beijos. Respeito com veemência a tua confiança, Joseane, sobretudo tua cumplicidade! Como a flor um belo sentimento, por te, tomou forma no meu peito. Deus estar alimentando-o, só nos resta cuidarmos, tomarmos a responsabilidade de por ele sermos abençoados e juntos sob o olhar atento do todo poderoso aperfeiçoarmos esse sentimento que é a fonte da minha vida! Que momento esqueceu o meu amor por ti, esqueceu a minha promessa? Que momento se deixou levar por coisas supérfluas e esqueceu a gente? – Ela permanece silente. - Risca meu nome da tua vida, esquece nossa historia. Pois não sou moleque, tampouco um pedaço de carne para repartir com as amigas. Ah, já ia esquecendo já que gostou bastante da nossa última foda, fica, portanto de lembrança... A fim de lembrar o que perdeu. Eu sou homem de uma só mulher.

Ela surpresa não esboçou reação. Simplesmente não acreditava na decisão que escutava. 



Peguei minha camisa pólo e deixei a casa de Joseane.

JOGOS (VI Capitulo)



                                   


                                       DANDO, O QUE ELAS QUERIAM

- Vamos pro tapete, Vanessa enquanto Joseane ficará olhando. – Fiz de mal. Talvez, sendo voyeur percebesse o que estaria jogando fora, por capricho tolo. – Senta no sofá menor e mantenha as pernas abertas, com os olhos fixos em mim. – Falei com Joseane que nada disse. Cumpriu tal qual eu mandei.

Foi Vanessa deitar no tapete eu cair sobre ela, afoito ataquei os lábios da amiga de Joseane com urgência e brutalidade. À proporção que alternava entre urgência e brutalidade o beijo sacana que tasquei nos lábios da moça, perspicazmente umas das minhas mãos procuraram repousar na sua bunda apalpando, apertando.

- Vou-te comer como nunca foste fodida.

- Pois fode. –Disse Vanessa refém das minhas garras.

Vanessa sentou no meu colo. Ficou enganchada. Ao sentar meu pau ficou roçando o rego do imenso trazeiro da fêmea. O efeito foi fazer meu corpo vibrar.

Segurou no meu pescoço e passou a esfregar o trazeiro no meu pau rígido. Esfregava com força. Esfregava comprometida. Em resposta, não só meti o dedo no seu rabo, como também bailei com sua língua a meu dispor. 

Chupava meus lábios com fúria, por isso não é exagero dizer que carnais, lascivos, sexuais eram a intensidade dos encontros das nossas bocas. 

- Continua esfregando esse trazeiro no meu pau. 

- Tô esfregando. 

Nossa respiração ficou ofegante.

Sentir um fogo queimando meu corpo, propagando-se em mim, tomando conta da minha consciência. 

- Vou te foder sem pena.

- Não espero nada menos do que isso. – Disse ela fixo os olhos em mim.

- Então, me fala de quem é esse rabo? – Com o dedo na porta do seu cú.

- Teu.

- Outro macho já comeu esse cu?

- O que você acha? – Ela foi irônica.

- Agora esses tempos? 

- Não.

- Deve tá apertadinho, então. 

Num golpe no supetão rasguei a blusa de Vanessa. O seio da vadia ficou exposto. Ela ficou nua em pelos.

- Mas, primeiro vou mamar esses seios duros. 

Antes de pousar no lugar que almejava, a saber, os seios de Vanessa; percorri cada centímetro do seu pescoço. Ela reagiu com um gemido abafado. Eu continuei no pescoço com caricias, e afagos.

Feito isso, investi contra o s seios de Vanessa. Agarrei-os na mão e os apertei-os a fim de deixar minha marca neles, depois mamei o bico de cada um dos seios. Ela gruniu, porque as mamadas eram viris. 

- Não pára porra. – Vociferou entre suspiros sôfregos.

Desci até barriga percorrendo o caminho do peito a barriga com a língua, com a ponta da língua.

- Vou comer esse rabo.

Agarrei as pernas de Vanessa e muito com cuidado fui levantando, de forma que o rabo foi ficando inclinado. Nesta posição contemplei seu trazeiro. Afastei as paredes do enorme rabo, que verdade seja dita, pau de 18 cm não fodia aquele rabo direito, haja vista que só o rabo gigante já consumia os 18 cm. Mas, enfim, não era meu caso, afastei as paredes a fim de sem atrapalho contemplar aquele cú em plenitude. 

Ajoelhado atrás dela, mandei:

- Pisca esse rabo pra mim. Pisca esse cú pra mim. Pisca pro teu macho.

Ela piscou. 

- Isso. Pisca novamente.

Ela piscou. 

- Menina obediente.

Vanessa continuou piscando. 

- Fode esse cú.

Gostei da declaração de Vanessa. Em função disto, presenteei com duas palmadas na sua nadegas. 

- Bate porra. Bate com força, que tu não tá batendo em mulherzinha. Bata!

Bati do outro lado da bunda. Três tapas bem dados. Ela se contorceu toda, mas, mesmo assim exigiu mais. Dei mais dois tapas. Separei às paredes do rabo dela e com o espaço necessário enfiei a língua. 

Ela arfou. Quase subindo pelas paredes.

- Aiii. – Foram às palavras proferidas.

Com a língua em riste fodia o cú de Vanessa. Ela gemendo.

Separou novamente as paredes. Seguro-as e entreguei a função em suas mãos. 

- Vou penetrar teu cú novamente com a língua. Faça a pressão enquanto te fodo.

Soquei. Soquei. 

- Gostas da minha língua te comendo? – Provoquei.

- É bom.

- Não solta. – Exigir.

Mergulhei a boca, o nariz, enfim o rosto na bunda de Vanessa. Em gemidos lascivos Vanessa gemeu.

- Ai, ai, ai.

- Que cú, que cú. Vou foder esse rabo com o dedo. Posso?

- Deve.

Lubrificou os dedos com o cuspi e em seguida meti o dedo. Lentamente e depois fui aumentando a velocidade. Depois dois dedos. Cuspi novamente para lubrificar. Soquei firme, intenso, veloz. Sem frescura, sem pena.

- Fode esse cú.

- Peça. Peça!

- Fode esse cú. 

- Peça! 

- Foda esse cú.

- De quem é esse cú?

- Teu. – Respondeu com dificuldades.

- De quem?

- Teu. 

- Vou comer esse rabo. – Pus Vanessa de quatro, encapei o moleque e abrir passagem no orifício com louvor, a final a abertura já estava dilatado graças às dedadas. 

Suspirou alto.

- Humm.

Ela fez cara feia. 

- Tá doendo? – Perguntei.

- Tá, mas aguento. – O cacete enfiado todo. 

- Então, acostuma, porque vou foder esse rabo.

- Só depende de você.

Pronto. Comecei a foder o rabo de Vanessa. A foder com destreza. Visível que ela estava curtindo. Dançava dentro dela. Ela gemia alto. Não se importava se eram altos os gemidos. Não importava se estava descomposta. Sai de dentro dela sem explicar. Sem pena tirei e meti numa estocada violenta. Vanessa mordeu os lábios. Segurou a dor. 

- E aí vai agüentar?- Quis saber em tom saliente.

- Vou. Já disse que vou. - Falou duro. 

De certo, dor havia. Mas era prazeroso. Segurei-a pelos ombros e tomei posição para meter em disparado. A ação fez aminho onde não havia, ampliou espaço. 

Vanessa gritou enfiando o rosto no chão. Neste ritimo mandei mais estocadas, mais movimentos bruscos. Pah, pah, pah, pah. Era o som que era produzido do encontro dos nossos corpos. Em algumas vezes notei que ela tentou se esquivar das estocadas violentas, todavia sem êxito, uma vez que a segurava pelos ombros. 

Puxei-a com brutalidade para junto do meu corpo, forcei sua boca para trás e a beijei como tivéssemos num filme pornô. Ela ficou com o corpo colado no meu. Eu atrás dela, ela na minha frente. Metia apressadamente. Metia sem dó das pregas de Vanessa. 

- Vou te arregaçar. – Balbuciei no seu ouvido. 

- Hum, hum, hum. – Ela continuava gemer alto e lamentar pela dor provocada pelo meu órgão atolado no cú dela, contudo não cogitava a hipóteses de eu tirar. Queria mais. Mulher tem essa característica peculiar, apesar de reclamar, não quer que tire de dentro.

Como eu era safo não descansava, não brincava em serviço. Demonstrava que aquele rabo pertencia a mim, e a ninguém mais. Por isso, o desprendimento de fodê-la como me aprazava.

- Quero deixá-la estuprada. Não tenho pena das pregas de cú não, dona Vanessa. Assim tu terás história para contar pra tuas amigas. -Enfiei dois dedos na boca dela.

- Hum, hum, hum. – Continuava gemendo intensamente.

Empurrei seu corpo para o chão, contudo sem sair de dentro. 

Ajeitei a amiga de Joseane no chão. Aumentei a velocidade das socadas. Mais duras, mais pesadas, mais brutas. 

- Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiii. – Gritando. O grito foi tão alto que levei um espanto.

- Quer que eu pare? Te machuquei ? – Indaguei preocupado. 

- Não ouse parar. Maltrata esse cu. Porra! – Berrou.

- Tu quem manda. – Esbocei um riso em glória. 

- Quer me zangar?

- Jamais.

- Se tu parar de foder esse cú, tenha certeza que eu vou me zangar.

- Não sejas por isso.

- tá. 

Tirei o pau das suas entranhas. E quando voltei a preencher entrei de surpresa na boceta de Vanessa rasgando, violentando numa estocada não anunciada. 

Contorceu-se toda, pois o choque foi explosivo. 

- Aiiiiiiiiiiiii. – Ferrou a cara. Mordeu os lábios.

- Aguenta pau. – Debochei. 

Coloquei o pé no pescoço da moça loira. Com o pé no pescoço comia a boceta da vadia. Pah, pah, pah. Não parava. Velocidade crescente. Além disto, metia o dedo no cu dela. 

- Teu cú ta só o oco. Queria poder te mostrar. 

De fato, estava só o oco devido às socadas desproporcionais.

- Fica de peito pra cima. E abra as pernas. - Sai de dentro dela. Esperei-a em pé me masturbando.

Entre as pernas dela fodir a boceta dela. Novamente ela gozou rangendo o dente.


JOGOS ( V Capítulo)




FODA-SE!




Então, colocando meus sentimentos de lados, decidido falei:

- Sabe de uma coisa? Foda-se! Contudo, há uma condição. Terão sem direito ao contraditório de seguir as minhas regras. E as minhas regras resumem numa só: obedeçam ao que eu disser, ao que eu mandar. Não tem negociação. 

Retorno em direção a Vanessa que estava sentada no sofá maior. No percurso tiro a camisa e jogo no rosto de Joseane. Os dois gomos do meu peitoral ficam expostos. A ação é premeditada a fim de elas contemplarem e consequentemente os hormônios entrarem em ebulição. Eu tinha ciência que meu peitoral tinha um efeito terrível sobre o sexo feminino. Graças à malhação pesada.

Havia dois sofás. Ambos eram brancos, com almofadas brancas; sala ampla, TV 50 polegadas, mesa de centro, tudo bem arrumado, do outro lado da sala, uma escada que dava para os quartos de cima. 

Num movimento me livro dos sapatos. Em passos lentos vou ao encontro de Vanessa. Ela me assistia em expectativas. 

- O meu primeiro comando é, desliga a TV, Vanessa! – Como meio de sujeitá-la mais facilmente, ofereço um aperitivo, a saber, aperto o inchaço na minha calça. Ela suspira e atende o meu comando.

- O que vai fazer? – Perguntou Vanessa ansiosa por respostas.

- O que desde o principio tá querendo de mim.

Peitoral nu. Braços nus enormes e fortes. Entrei no jogo delas para ganhar. Ombros largos. Costas largas e bem definidas. Mesmo ciente que eu era um cara boa pinta jamais pensei em trair Joseane, agora que ela aprendesse. Vou me divertir, pensei em desvario com as possibilidades que poderíamos protagonizar. Vou saciar minha carne e depois... Meu coração aperta em lembrar as juras de amor que fiz para Joseane, da decisão de repartir a vida com ela. Balanço a cabeça me livrando da lembrança, e digo para me mesmo, “cara essa mulher não te merece. Entenda isso. Vá em frente. Ela quer vara, então dê vara para ela.”

Graças a Deus Vanessa me tira da briga comigo mesmo.

- Tu tens me deixado intrigada. Tua fidelidade há minha amiga aumentou meu tesão por ti.

- Modéstia a parte, eu provoco isso nas mulheres. –Sou frio, uma pedra de mármore. O que me move é vê-las gemendo no meu cacete. Meus passos são lentos como se eu estivesse numa passarela exibindo meu corpo, provocando a multidão, arrancando suspiros. 

- Tenho almoçado e jantado comida de primeira Vanessa. Eu passo bem. - Gaba-se Joseane.

A analogia usada por Joseane reverbera no meu coração, contudo me mantenho altivo. Não sou um pedaço de carne.

- Tuas palavras são um aperitivo a mais, só de ouvi-las aumentou o meu tesão. Tô louco de tesão... – Minto. Às palavras de Joseane me fere gravemente, mas de jeito nenhum demonstraria, por isso, falo sem me virar para Joseane que permanece em pé a porta, no mesmo lugar, onde tivemos nossa ultima conversa. Estou fitado em Vanessa. –... Devo avisá-las que as foderei no doze. Vamos ter uma foda pesada e não quero ver ninguém se acovardando. Vão levar pica. 

Paro diante de Vanessa sentada no sofá maior. 

- Fica de joelhos diante de mim. 

Vanessa sem pestanejar ficou de joelho diante de me esperando os comandos. A mulher era baita de uma gostosa. Meu pau vibrou na cueca.

Mando:

- Lambe a extensão do volume na minha calça. 

Em vez de lamber, ela me toca. Eu a interpelo.

- É pra lamber porra e não me tocar. Faça direito, mostra pra mim que as loiras não são burras. 

Ela rir das minhas palavras. Lambe toda extensão do volume formado na minha calça. Ela não se ofende com as minhas palavras, por obvio, em outra circunstancia, restaria configurado injuria e estaria puta da vida comigo. Em outras circunstâncias.

- isso. Isso. Boa menina.

Joseane observa orgulhosa como se fosse minha dona.

Permito Vanessa usar as mãos. Ela aperta o volume. 

Estremeço.

- Percebo que tu gostas. Sabes tratar bem um pau. Vou fazê-la engasgar com o meu pau.

- Não vejo a hora que isso aconteça. 

- Não falei que meu namorado tem pegada forte. – Joseane dá testemunho do meu desempenho. – Tenho certeza que homem nenhum nunca te comeu do jeito que Lucas vai te comer. Tenho certeza! Vai gamar.

Sempre mandão, digo:

- Abra minha braguilha. 

Ela abriu. Aparece um pouco minha cueca branca com um razoável inchaço. 

- Um pacotão. – Vanessa exprime admirada.

- O botão da calça...

Ela entende e desabotoa. A calça desce pelas minhas coxas e ai fica. Meu pau está alojado na cueca boxer branca do lado esquerdo, deitado. Ela demonstrando experiência com delicadeza vai expondo meu pau. O movimento dela é comedido. Primeiro expõe a região da base aplicando vários beijos dos quais são sentidos como bomba de sensações explodindo no meu ser. 
A meta dela é fazer um percurso de beijos até chegar à cabeça. Isso ficou claro para mim, depois ela queria me impressionar. Isso também estava claro. A cada parte exposta ela puxa pelo cós da cueca pra baixo. Deteve-se no meio do moleque acariciando com os lábios e enchendo de beijos. Finalmente expôs num movimento a cabeça do moleque que em riste escapuliu com força, ela imediatamente o domou pegando-o pelo pescoço e levando contra a barreira da minha barriga trincada. Fez isso para poder avançar nas minhas bolas: lambendo-as. Chupando-as. A moça era sagaz com a boca. Experiente. Quanto a isso não pairava nenhuma dúvida.

Só depois de se deliciar com as bolas voltou-se a atenção a cabeçona do meu pau.

- É grande. Do jeito que eu gosto. 

- É todo teu. Quero mamada fortes, porra. E se não mamar direito vai apanhar. 

Vanessa investiu chupando. Mamando avidamente. 

- Já vi que tens jeito pra coisa. Sabes mamar. – Meu elogio arranca desmedida atitude em querer fazer o melhor. Ela esboça um riso contente com o meu pau a boca. - Menina levada.

Com a cueca boxer rente á calça, resolvo ensiná-la, então de fato, o que significa foder uma boca. Tirei-me de dentro da boca dela e desferi uma tapa no seu rosto. Ela se espantou. Não esperava minha atitude brusca, porém não reclamou.

- Reparei que tens experiência com pica de macho. Quanta já mamou? – Embora, tenha perguntado não me importava à resposta. - A minha é melhor, não é? Por isso, peça minha pica. Peça pro teu macho. Peça pica, porra! 

Outra tapa. 

As tapas que ela recebia aguçaram consideravelmente sua libido. Ela ficou mais elétrica, mais disposta. O sangue circulou melhor.

- Não vai pedir? Peça! 

Agarrei meu falo pela base e bati na cara dela. 

- Toma loira burra. Eu sei que você gosta de pica. Apanha com minha pica. 

Continuei batendo na cara de Vanessa com o meu pau.

As pancadas visivelmente assanharam Vanessa. A cada vez que meu pau tocava seu rosto ela queria tomá-lo as mãos e mamá-lo. Movida pelo desejo de me ter a boca, ela implorou:

- Eu quero pica. Eu quero pica. Eu quero mamar essa pica grande e grossa.

Uma vez conseguido que ela implorasse por pica, levei o pau a boca de Vanessa. Quis servi-la. Sedenta ela não gostou de ser servida, impediu minha boa ação, ela mesmo queira se servir. Bateu na minha mão, não o deixou que o pegasse.

- Eu faço.

Não gostei da má criação, então em represaria dei mais uma tapa. Não parei por ai, de posse dos cabelos dela, controlei-a como fosse uma marionete. Assim sendo, esfreguei seu rosto no meu sexo. Primeiro lentamente, para intensificar logo depois. 
Dominada a deixei a mercê dos meus caprichosos. E em nenhum momento ela reclamou. Ora e outra Joseane elogiava meu desempenho.
Disse Joseane:

- Envolvente tão quanto inebriante tê-lo tão perto. Certamente que um misto de adrenalina e desejo está brincando com teus sentidos. O que me leva pensar que jamais se esqueceras desta noite, minha amiga. - E arrematou. – Esse é meu homem!

Ela sem hesitação ou receio permitiu ser dominada.

- Pediu pica, né? Vai ter. 

Pelos cabelos a sentei no chão encostada ao sofá. Fiquei de frente para ela. Eu em pé, ela sentada rente ao sofá. 

- Peça novamente.

- Eu quero pica. –sedenta.

- Chegou o momento de se esbaldar com a pica do teu macho.

Esfreguei o pau na cara dela.

Depois determinei:

- Abra a boca. Abra a boca e bota a língua para fora.

Ela obedeceu. 

Meti na sua boca com violência. 

- Boa menina. – Falei feliz por vê-la sedenta por meu pau. Cordeirinha a fim de rôla. 

Ela teve ânsia de vomito.

Retruquei sem demonstra pena:

- Engula. Engula.

Dizia na pretensão de estimulará a engoli-me por inteiro. Deu certo o estimulo, porque ela não recuou, não desistiu. Continuou tentando.

Forcei até ela engoli a minha rola inteirinha na boca. Tirei o pau da boca dela e cuspi na boca da amiga de Joseane. Segurei pelos cabelos de Vanessa novamente a fim de colocá-la numa posição correta para que a rola descesse garganta abaixo com notável facilidade.

Dono da situação a situei:

- Já que queria me dá, tem que ser do meu jeito.

Comecei a foder a boca de Vanessa. Bem forte e bem agressivo. Tirei a rola da sua boca, pois sabia que ela tinha cansado. Reparei que Joseane olhava meu o pau fora da boca de Vanessa, pulsando, babado, duro, as veias inchadas, desejando.

- Tu queres né puta? Vem cá e senta ao lado de tua amiga.

Ela na mesma hora atendeu. Sentou ao lado de Vanessa.
Exibir o tamanho do meu pau adjacente as duas amiguinhas. Exibia com orgulho. Diante da cena Joseane para minha surpresa mostrou atitude, abriu a boca e abocanhou meu cacete com vontade, fiquei em delírio. Sugava com voracidade. Estimulado soquei a boca dela com vontade.
Parecia que ela concorria com Vanessa, de fato, o espírito de competição reinou entre as duas, eu só ganhava com isso. Comprometida chupava com atitude: chupava, sugava a pica, cuspia e ela mesma sorvia o liquido na rola, chupava as bolas.

- Abra bem a boca por teu macho – ordenei com voz firme.

Joseane obedeceu ao comando e abriu bem a boca em expectativas. Dei uma cuspida forte e espessa. Em seguida, umas quatro tapas violentas bem no meio da fuça da minha namorada. Abriu de novo a boca, como já tinha feito antes e levou mais uma bela cuspida na boca, dessa vez acertando resquício na cara.

Com uma das mãos segurou a cabeça de Joseane e passei foder sua boca com brutalidade. Entrava com velocidade, invadia sua garganta, engasgou, lagrimas saiam de seus olhos.
Puxei seus cabelos para trás fazendo com que sua cabeça pendesse na mesma direção, ou seja, para trás. Apoiado no sofá eu deitei a virilha sobre o rosto de Joseane. Serei mais especifico, o ato tinha como objetivo repousar em cheio meu membro no rosto dela na pretensão de foder sua boca, e assim o fiz com os punhos apoiado no sofá a fim de poder com habilidade fazer movimentos de vai-e-vem. 
Antes de penetrá-la, rocei não só o pau no seu rosto, mas também o saco e a região da coxa próxima a virilha. Fiquei a seu dispor para que inalasse meu cheiro, cheiro de macho, cheiro do homem que a amor, sobretudo. Pena que ela não soube reparar esse pormenor como devia. 
Subjugadas com o rosto sob a minha virilha tive uma ereção violenta, meu corpo tremeu dono da situação esfreguei com vontade a intenção era sufocá-las. Uma de cada vez.

- Eu sei que você tá gostando, Joseane.

De fato, Joseane estava gostando de ter o rosto esfregado, de ser sufocado. Como era reconfortante ter o meu pau a sua disposição. 

- Bota na boca, bota. – Ordenei. 

Obedeceu como ordenei.

A cabeça do meu pau sumiu na sua boca. Sem autorização minha, ela mordiscou a aureola vermelha, e a envolveu com a língua louca para sugar mais do sabor inebriante. 

- Pelo visto tá gostando, não é? – Comentei satisfeito com sua disposição. 

E entusiasmado pressionei o pau na boca dela, forçando assim a penetração. 

- Abra a boca e bota a língua pra fora. 

Seguiu a orientação, portanto deslizei o pau na boca da minha namorada ao ponto que atingiu a garganta, todavia faltou muito para desaparecer. 

Repetir a ação.

- Vou ser mais incisivo. – Informei sem tirar o pau da sua boca.

E foi aí que comecei a foder boca de Joseane. Vanessa descansava contemplativa. Por isso, inquieto por estar acomodada tirei o pau da boca de Joseane e sem avisar nada fui logo metendo na boca de Vanessa. Empurrei sem pena. Sem receio de ferir o membro nos seus dentes. 
Tirei do mesmo modo da boca de Vanessa e inserir na boca de Joseane. Ela já esperava a ação.
- Garota esperta.
Mesmo assim não relaxei na pressão. Usando de violência invadi a boca de Joseane, cheguei à garganta. Pressão demasiada construiu experiência boa no qual delirava de adrenalina, ao passo que fez meu coração bater mais rápido, mais acelerado. 

Tirei da boca Joseane e novamente meti na boca de Vanessa. Assim fiquei nesta dinâmica. Ora socava a boca de Vanessa. Ora a boca de Joseane. Ora a boca de Joseane, ora a boca de Vanessa.

Sentei no sofá.

- Vamos organizar a orgia. Enquanto Joseane chupa meu pau e bem chupado, eu chupo a boceta de Vanessa, para tanto suba no sofá de frente pra mim, Vanessa, e encosta a boceta na minha cara. Só isso. Eu faço o resto. – Explico a sistemática do próximo passo.
Vanessa vestia calça jeans azul ao ouvi minha admoestação tratou de tirá-la. Subiu no sofá de frente para meu rosto de calcinha vermelha e blusa. Como não estava de sutiã, o seio balançava livre e desimpedido. Muito bom aos olhos, a cena.
Quando Vanessa encostou a boceta protegida pela calcinha na mesma hora lhe dei uma bronca:
- Não faz nada direito, porra! – Fui muito descortês. - Obvio que era sem a calcinha. Eu resolvo. – Rasguei a calcinha num golpe. – Melhor assim.

Parrudona. Deparei-me com uma boceta bem feita, bem cuidada. E o mais importante grande, enorme. O designer feito com arte, pelos bem aparados, sobretudo, os lábios a encobria a contendo, pois não estava arregaçado, estuprado, pelo contrario, lembrava uma adolescente, ou uma flor fechada cujas pétalas reluzia em delicadeza, em graça ao mesmo tempo em que destilava fragilidade. Dito em outras palavras, embora já tivesse levado bastante cacete parecia novinha. E esse fator foi decisivo para romper os lábios com a língua no afã de conhecer o sabor, após acariciar a fim de conferir a textura, avancei... Salgadinho o sabor. Não me contive mais... Chupei a boceta de Vanessa. Enfiei boca, língua, nariz, enfim, o rosto todo. 
Trabalhei sincronizado. Ora chupava. Ora lambia. Ora metia o dedo. Ela sofria na minha boca. Contorcia-se. Gemia em cadencia estridente. 
- Esfrega a boceta na minha cara. Esfrega.
Ela possuída por desejo; não se faz de arrojada. Esfrega em desespero, sem constrangimento o grelo no meu rosto. A sensação? A melhor possível. Sou o senhor da situação! Enquanto sou sufocado pela boceta de Vanessa sem pena, Joseane mama meu pau avidamente. Competindo com Vanessa para que no final eu avaliasse e declarasse o melhor desempenho, considerei a possibilidade, pois assim sendo, explicaria tanta devoção.
- Tive uma ideia. – Vanessa murmurou entre gemidos. – Posso executá-la? – Ela quis saber.
- Se for uma ideia idiota haverá conseqüência. – Permitir com ressalvas.
- Vou ficar de ponta cabeça. Assim enquanto chupa minha boceta, eu ajudo Joseane mamar teu pau. – Ela explicou. Por obvio, adorei a ideia. Qual o homem que não gosta de ter duas bocas femininas a mercê do seu pau? 
Assim foi feito.

As duas disputando meu pau. As duas investindo contra meu pau. As duas dedicadas, competindo, brincando como verdadeiras meninas levadas.
Vanessa sugeriu repartirem o serviço. Disse ela:
- Amiga fica com as bolas. Eu vou da o meu melhor nesta essa rola.
- Ok.
Joseane acatou a sugestão sem questionar. Por minha vez, continuei atacando a boceta molhadinha da safada. Às vezes desferia gemidos abafados contra a boceta dela. Foi aí que pensei “quer saber vou foder essa boceta com os dedos”. Meti dos dedos e comecei a socar. A socar. A socar!
O efeito foi ensurdecedor sobre Vanessa. Ela se agarrou pela base do meu pau e com o nariz encostado também no meu cacete vociferou ais delirantes. Lamentou, reclamou, mas hipótese nenhuma lhe ocorreu que eu parasse. Pelo contrario, pedia mais. Mais, mais... Assim... Assim... Em barítono ela cantava embriagada de prazer.
- Hum... Hum... - Gemia em total êxtase, pois certamente estava gozando. De fato, estava. Meus dedos ficaram molhados. – Gozei. Gozei. Porra! 
- Agora que começamos Vanessa. 
- E quem falou que estou desistindo? - Ela me desafiou. E eu gostei de ser desafiado.

JOGOS (IV Capítulo)

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                                                    Revelações



Vanessa Insiste.
- Não é necessário. – Fala Joseane. – antes de começarmos o outro filme vou aproveitar e tomar uma ducha tô precisando. – Levanta do sofá.
- Ducha? – Vanessa zoa Joseane. – Eu sei. Eu te entendo.
Joseane pega uma almofada e joga na amiga que ri. Eu fico na minha com uma almofada no colo.
- Eu não demoro amor. – Sobe as escadas.
Na penumbra permanece Vanessa e eu. Tendo certeza que Joseane não nos escuta, Vanessa remove a máscara de boa amiga no mesmo instante em que tenta tirar a almofada do meu colo, dizendo:
- Tenho certeza que esse pau tá duraço. Eu quero ver mesmo que por cima da calça.
- Não. – Não permito que ela obtenha sucesso. A almofada permanece no meu colo.
- Tenho uma ideia para abrandar essa tensão. – Vanessa fala a meia voz próxima do meu ouvido. – Enquanto Joseane toma a ducha dela, não me importaria de pagar um boquete pra ti.
Um calafrio perpassa todo o meu corpo. Homem nenhum recusa um convite destes, portanto, meu corpo exige que eu diga sim. Meu pau exige que eu diga sim, todavia, minha cabeça testifica que não vale à pena. Joseane era a mulher que escolhi para dividi a vida, assim minutos, pois a duração de sexo quer oral, quer penetração vaginal dura minutos. E minutos não valem tanto ao ponto estragar uma história, ao ponto de correr o risco de ser descoberto por Joseane e perdê-la. Não, não vale à pena correr o risco de perder a mulher da minha vida.
- Topa? – Ela balbuciou cheia de segundas intenções querendo saber minha posição.
- Não. – É a minha resposta.
Ela, contudo, não se dá por vencida. Mais uma vez tenta remover a almofada do meu colo.
- Só uma chupadinha. Não vamos ser descoberto. – Passa a língua entre os lábios sensualmente.
Meu corpo treme.
- Porra. – Levanto na perspectiva de ir paro o quarto de Joseane. Lá estaria a salvo das garras de Vanessa.
Nisto Vanessa explode, dizendo alto:
- Desisto. Desisto.
- Fala baixo... Joseane vai escutar. – Falei preocupado com o fato de Joseane escutar e partir pra cima da amiga.
- Lucas é o cara mais fiel que existe no mundo. – Ela frisa o termo mundo. – Homens do calibre dele tá em extinção. – A voz dela é alta.
- Fala baixo. – Vou próximo dela na pretensão de evitar o pior. Ponho a mão na boca dela, porém ela se desvencilha de mim, e diz em revelação:
- Amiga aparece, porque eu desisto de seduzir teu namorado.
Ela aparece no cume da escada.
- O que? – Sou um misto de revolta e incompreensão. Jamais dei motivo a Joseane desconfiar do meu amor. Jamais fiz algo que merecesse aquele episódio. Sempre fui integro para com ela, sempre procurei primar pelo relacionamento, uma vez que cria que sim, Joseane ela a mulher da minha vida. Agora, ela me testava? Foi o que pensei, contudo eu estava errado.
- Joseane tu és uma mulher de sorte. O Lucas é o ultimo homem no mundo com essa natureza. Ele é fiel. – Virou para mim. – Tu foste o único homem que resistiu minha investida. Parabéns.
- Porque fez isso Joseane? Jamais te dei motivo que justifique isso. Porque quis me testar? – Ela continua no topo da escada.
- Na verdade não foi simplesmente um teste. Quer dizer... Foi um teste, mas não pra ti. – Joseane começa a falar no topo da escada.
Percebo que ela não demonstra sinal de banho. Constato que a história de ducha era um estratagema delas. Isso me enoja.
- Explica! – Brado furioso.
- O teste era pra provar a tua fidelidade as minhas amigas, em especial a Vanessa. Vanessa após eu contar tuas façanhas na cama, como o meu amor é insaciável, ela não acreditou que além de tudo era fiel. Por isso, o teste, no qual, tinha consciência que passaria com louvor. - Ela começa a descer as escadas. Acompanho-a com os olhos atento ao que ela explana. – As tuas peripécias, desempenho na cama Vanessa conhece todos de ouvi. Não só ela, mas também as minhas demais amigas. Você entende que não dá pra ter um homem como você, que é um predador na cama e não poder contar isso pra as amigas. Aí as minhas amigas no inicio com brincadeira suplicaram que eu repartisse com elas teus, digamos, desempenhos; depois passei a considerar a possibilidade, principalmente quando Vanessa pediu. – No meio da escada.
Enquanto Joseane faz sua explanação a analiso: “meu Deus não conheço a mulher que escolhi pra repartir a vida. A mulher que eventualmente casaria.” Nas palavras dela não há sentimento. São secas, sem vidas. E o que mais me enoja é o fato que ela não me ama. Eu sou um objeto sexual que ela se gaba para as amigas. Meu coração dói. Minha alma chora.
- Mas antes de permitir, a fim de provar por “a” mais “b” que Lucas Raikard Durans Malcher, jamais cederia aos encantos de outra mulher, que sem minha permissão nenhuma das minhas amigas não teriam a menor chance, então veio a ideia do teste. Mas, ressalto o teste não foi pra ti, embora te envolvesse, mas, foi antes, para mostra que você é fiel, que você somente tem olhos para mim e que as chances de qualquer outra é zero, caso eu não permita.
- Você é doente. Não sou um objeto, uma coisa cujo domínio e posse estejam em tuas mãos. O fato de não trair você não significa que tu és minha dona, significa que a amo... - Desisto em falar dos meus sentimentos. Vejo após a explanação feita por ela, que Joseane não entende nada de amor. Ela é doente. Joseane precisa de um terapeuta com urgência. Assim sendo, explicar meus sentimentos seria perda de tempo. – Vou embora. – Disse rumo à porta de saída.
- Não, não deixa Lucas ir Joseane. – Erguendo-se do sofá.
Joseane apressa os passos e me pega pelos braços.
- Porque vais embora? – Pergunta ela naturalmente. – Achas porque optamos por Mata de Prazer e Quatro Semanas e Meia de Amor? . – Eu a fito sem a reconhecer. Será que ela não nota que tá me perdendo? – O teste já acabou. Como viste Vanessa já jogou a toalha, ou seja, tá respaldado que ela contigo, sem a minha permissão, a probabilidade é zero.
 Toma a minha mão na sua e conduz direto pra Vanessa, de pronto entendo a dela. Paro bruscamente.
- Não. – É a única palavra que consigo balbuciar. Uma dor de decepção atravessa meu peito deixando um sabor de lagrimas na boca, porém decido que não vou chorar, até porque frente à insensibilidade extremada de Joseane, ela não compreenderia minhas lágrimas.
Ela ignora minha negativa, dizendo:
- Não me faças passar vergonha. Quero que mostre a Vanessa o teu excelente potencial. Faças de um jeito que ela não esqueça tão cedo, e fique querendo mais. Aí todas as vezes que ouvi tua voz, ou ti ver enquanto tiver por aqui, ciente que não a possibilidade é zero, apenas salivaras e se pegará com a lembrança de hoje, de agora. Quero que tu mostres pra ela como se faz. Dessa noite ela vai contar pra minhas amigas.
Como pude me enganar tanto? De Fato, Joseane Veloso não me amava, não nutria os meus sentimentos que eu tinha por ela. Meu amor não era recíproco. Não havia desta forma, nosso amor como o besta aqui acreditava. Havia posse. Havia vontade desenfreada de exibir um objeto, que para ela dava estatus na roda das supostas amigas safadas. No fim parecia que meu irmão tinha razão, mulher gosta mesmo é de uma boa sacanagem.
- No fim Lucas tu tens a ganhar. Veja bem, tô te dando a oportunidade de foder duas bocetas.
- Você não entende mesmo. – Murmuro desistindo de trazê-la a realidade. Qual quer esforço da minha parte seria inútil.
- Hoje a noite é teu dia de sorte. Esse pau... - Ela toca no meu pau por sobre a calça que pulsa na mão dela. –... Terá a felicidade de foder minha amiga e eu. Humm... Ele tá acordando. Vanessa, ele tem o pau bem grande e grosso, agüenta? – Joseane com a mão no meu pau se volta para Vanessa.
- Não arrego. – Vanessa responde sentando-se no sofá novamente.
- Nem eu.  – Diz Joseane apertando minha rôla.
Lembro mais intensamente dos pensamentos de meu irmão. Joseane e Vanessa são a prova cabal que, de fato, mulher gosta de uma safadeza. E já que Joseane não me amava, portanto, eu não lhe devia mais nenhum tipo de respeito. Foda-se, embarcaria na delas.   Se for sacanagem que elas queriam, era sacanagem que elas teriam.





JOGOS ( III Capítulo)








Uma boa ducha para refrescar...



- Preciso tomar um banho brother.
Em casa encontrei meu irmão na sala assistindo Tele Cine Pipoca.
- O que aconteceu? Você tá tenso, mano. – Apertou no controle remoto a função mudo. E se voltou a mim.
- Cara minha noite foi tensa. Foi tensa. – Continuei em pé na entrada da sala de TV.
- Sou todos ouvidos. – Meu irmão observou inquieto pelo meu estado.
- Te contei que iria buscar a amiga de Joseane no aeroporto? – Dirijo-me rumo ao sofá onde meu mano estava sentado.
- Sim. – Meu mano me acompanha com os olhos.
- Pois é... – Sento-me à mesa de centro. Coisa que se minha mãe visse na mesma hora me repreenderia. Narro o episódio com todos os pormenores, e à medida que avanço meu irmão vibra. Conclui: - Por isso tô tenso. O que achas desta história maluca? – indago-o afoito para conhecer sua opinião.
- Acho que você é um sortudo, e que porra... - Lamentou. -... Esse tipo de coisa não ocorre comigo. Porque se ocorre não desperdiçaria a oportunidade.
- Eu tenho namorada. Sou um cara fiel. Isso não conta?
- Não vou entrar neste mérito, porque é ciente quanto a isso o que penso. O fato mesmo é que sem pensar duas vezes se essa Vanessa pintasse no meu caminho, gata como afirmaste, não tenha dúvida eu morderia é certo; traçaria sem pensar uma vez.
Mano, admiro muito a tua moral, porém penso que mulher não gosta muito disto, não valoriza muito isso... – O interpelo com o seguinte questionamento.
- E o que elas, as mulheres, valorizam no homem?
- Safadeza. Quanto mais safado, melhor.
- Não concordo. Permita-me a não comungar com esse pensamento. – Levanto o cenho demonstrando minha perplexidade.
Ele continuou feito um grande entendedor de mulher.
- Tenho 20 anos, sou, portanto, mas novo que tu três anos, mas posso garantir, caso não sejas safado uma hora ou outra ela procura outro. Serei mais especifico: mesmo as certinhas, recatadas... - Fez sinal de aspas com as mãos. – Gostam de um cara safado na cama. Gostam de serem fodidas por trás tendo os cabelos nas mãos do cara. – Ele imita a cena. – Ela gemendo e o cara puxando. Ele mandando ver enquanto puxa o cabelo da vadia.  Caso o cara assim não faça, ou seja, seja fã apenas de papai e mãe, do arroz com feijão, não dará outra, insatisfeita ela procurará quem tenha a audácia de chupar seu rabo, quem meta o dedo, quem a coloque entre tapas para fazer um oral básico.
Ele debulha o pensamento sem me dar permissão para contrapô-lo. O escuto descrente, embora concorde que qualquer mulher precisa ser satisfeita, caso contrário, o relacionamento esfria. Como não sou besta nem nada, na cama maltrato Joseane na pica, contudo era algo que não contaria. Minha privacidade.
Ele falava:
- Não te engana meu irmão, mulher gosta de ser maltratada no sexo. Por isso, quantas e quantas casadas me procuram insatisfeitas. E eu ajudo restabelecer seus casamentos. Muitos maridos devem seus casamentos a mim. Porque depois que suas esposas me conhecem surge uma nova perspectiva, lhes concedo um novo gás.  É por isso, que pergunto será que Joseane teria o mesmo comportamento que você teve?


- O que vale é a minha consciência. – Levantei da mesa de centro. – Preciso tomar um banho. – Sai da presença do meu irmão experiente, embora com pouca idade.
No banheiro do meu quarto liguei a ducha e parado fiquei, deixando que a água espalhasse pelo meu corpo lavando–me por completo. Meus pensamentos divagaram, assim impuseram-se o episódio no carro, onde Joseane me pagou um boquete interrompido.  Em seguida, Vanessa tentando me agarra apenas de toalha. O efeito foi terrível, fiquei de pau duraço.  Droga, três dias sem sexo é uma judiação. Por óbvio, meu corpo precisava relaxar e nesta perspectiva apenas uma solução passava pela minha cabeça para descarregar a tensão: punheta, a velha e boa punheta. Assim sendo, não perdi tempo. Bati uma punheta só de leve.
Sinceramente deu pra relaxar, mas não tão bem como seria com Joseane. Não matou minha fome por sexo.
Na manhã seguinte, apresentei o centro histórico de São Luis para Vanessa: reviver, teatro Arthur Azevedo, Museu, praças, etc. Na parte da tarde percorremos as praias e no final do dia terminamos na Ponta do Farol. Não posso deixar de omitir que em todo nosso trajeto turístico ela investiu comprometida a ensejar o clima perfeito e irresistível, onde eu sucumbiria as suas investidas, contudo, permaneci inabalável.
Quando a deixei na casa de Joseane, antes de sai do carro ela me avisou:
- A nossa programação da noite é um cineminha aqui em casa. Os pais de Joseane estarão ocupados e a casa ficará livres pra nós três. Aí minha amiga pensou um programinha leve. É o tempo de você ir a sua casa tomar uma ducha, mudar de roupa e voltar. E quem sabe não chupo essa rola hoje? – Dito isso ela sai do meu carro.
Ela consegue me constranger. Ainda, mantendo a compostura, formalmente lhe agradeço:
- Muito obrigado.
Ligo o carro e saio.
Às oito e meia da noite estaciono o carro na garagem da casa de Joseane. Estou confiante que as investidas de Vanessa não perduraram durante a noite já que certamente se inibirá na presença de Joseane.  Não creio que tenhas ousadia ao ponto de dá em cima de mim na cara de pau.
Sou recebido por um longo beijo de Joseane que me abraça contra o seu corpo.
- Tô com saudades do meu namorado. Estamos precisando ficar sozinho, por isso a ideia do cinema.
- Como sozinho? – Digo no ouvido dela durante o abraço. – Vanessa também estará no cinema. A propósito ela já tá acomodada no lugar dela.
Meus olhos observam Vanessa vertida numa blusa tomara que caia realçando o colo a mostra. A calça apertada valorizando o desenho da boceta que parecia pular da orbita. Ela estava deitada no sofá menor. Muito sensual.
- Não te preocupa. Vanessa vai acender vela essa noite.
- Ok. – Não argumentei em contrário. Embora, não tenha gostado, contudo o que eu dissesse poderia desencadear briga. Fato que eu buscava evitar.
Agarrou-me pela mão direita e me conduziu ao sofá maior.
- Qual filme vocês escolheram? – Perguntei.
- Ainda não escolhemos. – Respondeu Joseane.
- Por quê? – Eu quis saber.
- Porque estamos indecisas entre dois filmes. – Agora quem respondeu minha pergunta foi Vanessa caminhando em direção do interruptor.
Joseane completou:
- Mata-me de Prazer ou Quatro Semanas e Meia de Amor.
- O que? – Porra! Isso lá é filme para se ver nas circunstancias que estou. Três dias sem sexo. Estou à flor da péle. Porra! Sacanagem comigo.
- Eu quero Mata-me de Prazer. Enquanto Joseane quer Quatro Semanas e Meia de Amor. – Vanessa apaga a lâmpada principal da sala, assim a sala fica um pouco escuro. Nada muito escuro, mas mudou o clima é certo.
- Façamos assim... - Sugeriu Joseane. - Primeiro a gente assiste Mata-me de Prazer e depois Quatro Semanas e Meia de Amor. Concorda amor? – Joseane busca meio apoio.
Em minha opinião assistiríamos Snipes americano, e nada de filme de foda, aliás, esse tipo de filme é para assistir na perspectiva de uma boa trepada em seguida. Enfim, não era o filme que de casa vim preparado para assistir. Por isso, tanto um quanto outro era a mesma merda.
- Concordo amor. – Dou de ombros demonstrando um tanto fez.
- Então, tá fechado começaremos por Mata-me de Prazer. – Joseane usava uma saia branca bordada e uma blusinha de manga curta adequado para estar em casa. Ambas usavam roupas informais. Ambas estavam sensuais, de um modo ou outros priorizaram a valorização dos seios. Esse detalhe era evidente, pois saltava aos olhos.
Vanessa inseriu o pendrive na TV, com o controle selecionou a página onde o filme estava guardado e deu o play. Uma vez assim procedido deu meia volta e sentou ao meu lado. Desta maneira, fiquei entre as duas. De um lado Joseane encostou a cabeça no meu ombro e aninhou a mão na minha com a visão entretida no filme que iniciava. Do outro lado Vanessa repleta de malicia.
O filme prendeu atenção de ambas. Quanto a mim procurei me manter reservado, absorto ao filme, pois se me deixasse levar não tenho nenhuma dúvida... Ora, o filme tanto um quanto o outro são muito caliente somado a isso havia as circunstancias de certo quadro de carência sexual que eu andava apresentando. Entrei nos quatro dias sem sexo, enfim uma tortura, por isso a reserva de não me deixar levar pela magia erótica do filmes, pois caso contrário, suplantaria a razão e no ápice da excitação cederia aos encantos de Vanessa que continuamente vinha oferecendo prazer. E o olha que a mulher era uma gostosa de primeira classe.


O irônico. Mesmo resistindo ao filme não pude contra os gemidos da atriz, contra o desenrolar da cena pesada de sexo. Fiquei duraço. Homem mesmo é uma coisa louca que sem exagero pode ser definido como um animal quando trata do assunto sexo, é tão verdade que somos influenciados quer olhando, quer tocando, quer ouvindo. Basta teclarmos no WhatsApp e não é necessário imagens, áudio , desde que seja um tema picante o efeito  já ensurdecedor na gente cujo efeito é ficarmos de pau duro, outras vezes além de duro o  pau fica babando. Homem é um animal mesmo, totalmente primitivo quando o assunto é boceta. 
Vanessa reparou o inchaço na calça. Esboçou um riso faceiro enquanto Joseane observando que a amiga tinha a atenção voltada ao filme apertou-o por cima da calça fazendo meu corpo tremer. Não satisfeita, beijou meu pescoço.
- Amiga, por favor, estou aqui mereço respeito.
- Não resisti. Desculpa. Também pudera tenho um namorado gato.
- Mesmo assim. Se quiserem posso ir pro meu quarto. – Vanessa sendo irônica.

O filme acaba.

Continua...