Aprendizado
Com o tempo aprendemos que o
nosso passado ainda constitui o nosso presente, se por ventura não tomarmos
algumas precauções influenciará também nosso futuro. Aprendemos que mudamos,
por mais que não gostemos deste fato. Assim aquilo que odiávamos ontem acabamos
praticando hoje, bem como promessas que acreditávamos não quebrar fazemos na
maior naturalidade.
Aprendemos - por mais que sejamos
amigos, idealista, compromissados com o outro- ele vai à primeira gafe nos crucificar,
e por esse fato você não pode mudar teus princípios, teus conceitos, pois isso
seria trair a se mesmo e ninguém é tão importante para você abrir mão de quem
você é.
Aprendemos que à noite não dura
para sempre, que a chuva por mais avassaladora que seja uma hora passa para o
sol brilhar.
Aprendemos que não adianta bater
cabeça naquilo que não dar certo. Aprendemos que os sonhos são que nos mantém
vivo, porquanto se pararmos de sonhar,planejar ,logo parar de conquistar ,então
já não vivemos,a morte torna-se a única porta de motivação que inspira uma ação
.
Aprendemos também, a vida é efêmera.
O tempo passa muito rápido, por isso e' necessário que tudo que você faça, não
faça arbitrariamente, pelo contrario os teus feitos precisam passar pelo crivo
da reflexão. Isto vale para aquilo que você não fez, uma vez que, você pode se
arrepender pelo resto da vida por uma coisa impensada.
É tão verdade que ha pessoas traumatizadas,
que carregam culpas das quais nenhum terapeuta pode curar, enfim o tempo é uma joia
que se cuidado, bem usado traz benefícios inalienáveis, todavia o contrario também
é verdadeiro.
Aprendemos que nossos atos
demonstram quem somos assim como os frutos denunciam as arvores. Sobretudo
aprendemos que tua felicidade depende estritamente de uma pessoa, você. Você,
unicamente você é responsável pelo aquilo que é, ou por aquilo que pretende ser,
por isso não culpe a vida por fracassos tampouco amigos, pais, irmãos. Depende única
e exclusivamente de você sua felicidade.
O mais importante. A vida é tua e
ninguém por mais que seja bonzinho vai resolver teus problemas, vai levar-te
nos ombros ao pódio, vai te dar tudo de mão beijada. O Maximo que podem fazer é
ouvir teus problemas, orar por ti, estender as mãos, chorar contigo, apoiar, mas
o resto é você que tem de fazer.
Não adianta fugas, como ficar
alcoolizado porque quando o efeito do álcool passar o problema estará La, vivo patente.
O caminho é só um : você precisa enfrentá-lo, precisa lutar , vencer. Construir por você.
Portanto, nada de coitadinho.
Seja responsável por você mesmo.
Os anos nos ensinam que vamos morrer. Já pensou nisto?
Ano que
termina.
Ano que chega numa sucessão de idas e vindas, ou dito de outro modo, fim e começo. Fato que produz nas pessoas os mais variados sentimentos, as mais
variadas sensações, maneiras de agir frente a isso.
Assim há aqueles que comemoram, há aqueles que não dão valor a época, ainda há outros que renovam sonhos, planos. Finalmente há aqueles que ousam mudar completamente de vida.
Assim há aqueles que comemoram, há aqueles que não dão valor a época, ainda há outros que renovam sonhos, planos. Finalmente há aqueles que ousam mudar completamente de vida.
Já pararam
para pensar que quanto mais o tempo passa mais velhos
ficamos e, por fim, mais próximo da morte também ficamos naturalmente? Já pararam para
refletir que o tempo nos leva a passos rápidos para o fim?E que isso fatalmente
é algo que ocorre aquém do nosso querer, gostar ou odiar? Simplesmente ocorre e
quanto mais os anos passam, mais perto da morte ficamos.
E se é fato
que os anos anunciam nosso fim, porque não apreender esse fato, apropriarmos desta
verdade ao ponto de não mais perdermos tempo com ódio, fofoca, vida de outros,
discórdia que não passam de coisas rélis que não nos leva a lugar nenhum, porque
não soma, não nos aperfeiçoa, não forja nosso caráter tampouco nos habilita a
trilhar caminhos altos de bem aventurança.
Em vez de infidelidade primaríamos pela fidelidade, em vez das brigas preferiríamos alimentar a reconciliação. Em vez de egoísmos, individualismos, aprenderíamos que somos irmãos.
Não haveria
espaço para essas obras vis, porque todos estariam preocupados em viver da
melhor forma possível, de fazer o outro feliz, bem como seria destoante perder
tempo com picuinhas quando poderia ajudar os semelhantes. Fato que contribuiria
para o individualismo, a desunião, as diferenças ruírem.
As
diferenças sociais, a má distribuição de renda existe porque o ser humano bebe
vaidosamente do pensamento enganoso que ele é eterno, que nunca vai morrer, ou
se vai, mas longe, distante demais. Vaidosos, embriagados pela própria cobiça
não veem o semelhante e como é eterno colocam Deus de lado.
Se
compreendessem que os anos, ensina que morreremos, Deus ganharia um lugar
diferente na vida de cada ser humano. Seria olhado por uma nova ótica, encarado
por uma nova concepção, buscado em outras circunstancias, amado de forma
diferente.
Portanto,
seriamos homens e mulheres diferentes. Compromissado com a coerência, com a
verdade. Folgaríamos com o amor, andaríamos com a coragem, teríamos pacto com a
felicidade. Faríamos o que precisa ser feito sem medo, mas com afinco, com
determinação.
Recusaríamos veementemente o fracasso e, se por ventura fracassássemos imediatamente nos levantaríamos, nos recomporíamos e seguíriamos em frente compromissado em acertar, em conquistar, em vencer, em fazer bem feito, porque a vida é curta e os anos passam muito rápido.
Recusaríamos veementemente o fracasso e, se por ventura fracassássemos imediatamente nos levantaríamos, nos recomporíamos e seguíriamos em frente compromissado em acertar, em conquistar, em vencer, em fazer bem feito, porque a vida é curta e os anos passam muito rápido.
Em suma, cientes da morte teríamos mais sede pela vida. Mais gana pela vida. Viveríamos melhor.
Por Adailson Pereira
Umas Palavras
Aos que no Octógono chamado vida tem se
deparado com o oponente cujo nome é sofrimento muitas vezes apelidado de
problema, outras de adversidade. O nome não importa, o fato é que ele é feroz,
grande, inabalável, por isso acredita que a tua dor é maior do mundo, o teu problema
é o pior do mundo...
...Eis que tenho uma novidade...
Tu tá com sorte... Isso
mostra que tu tá vivo, por isso não tenho pena. Se não fosse às adversidades
não amadureceríamos, não cresceríamos forjados de caráter autentico, portanto,
seriamos mimados e não daríamos o devido valor ás nossa conquista tampouco
cultivaria os que nos cerca a altura.
Então reitero - não tenho pena, porque você estar crescendo, e
absorvendo conhecimento em que nenhuma Universidade é capaz de oferecer, o da
experiência. Um dia, no futuro próximo (depois de forjado), olharás pro
passado, ao longe, pelo poder da distancia verás que as marcas do caminho
estigmatizado na alma e no corpo foram precisas para resultar no sujeito que é
no presente.
Hoje dói... Normal.
Amanhã depois de cicatrizado serão vetores, fundamentos, bases que ti definirão
enquanto pessoa de sucesso, e as experiências, o teu feito poderá partilhar com
outros, sobretudo, darás importância a quem és e aos teus feitos justamente por
estarem abalizados nas adversidades que agora vive.
Portanto, parar de frescura, seja macho e agüente, pois a vida é assim.
A vida continua
A vida continua
mesmo quando sofro,
Mesmo quando um
amargo persiste na boca,
Mesmo quando o
tempo parece conspirar contra os meus planos, contra os meus sonhos,
Mesmo quando acho
que não vou conseguir.
A vida continua mesmo quando em lágrimas quero fugir. Quero deixar a realidade, desistir de tudo.
Mesmo quando não quero sair de casa porque um sentimento de temor me apavora. Mesmo quando a noite chega e reina absoluta em seu manto negro maltratando a ultima ilusão de esperança. Mesmo quando as ondas volumosas, furiosas saem de sua orbita e causa danos. Mesmo quando nuvens agitadas pelo vento transformam-se em perigo...
A vida continua se sofro; se
estou angustiado, se não sei lidar com os meus problemas, ou se meu ente
querido morreu, se não posso levantar porque meus pés dói ,ou porque ainda me
sinto fraco, solitário.
A vida continua diante da
minha dor, continua célere, bela, magnífica, voraz.
Ela não dar o devido tempo para chorar a minha dor, sofrer a minha desgraça, percorrer a estrada da derrota em paz. Por isso, se fores querer “curtir a fossa”, recompor-se certamente perdera o posto, alguém passara na tua frente, assim ficara para trás. Isso é fato.
Então, recomponha-se
enquanto anda, enquanto segue em frente, enquanto percorre o teu caminho limpa
as lagrimas, lave o rosto, porque não há tempo disponível para sentar, descansar
e dar uma de coitadinho, lamentar.
A vida, portanto, não dar
tempo nem para que eu me refaça. Continua mesmo perante minha morte, porque ela
não para.
Errado, somos todos.
Todo mundo erra, é fato.
E isso não nos deixa pior ou melhor do que ninguém, pelo contrário, nos deixa no mesmo patamar, na mesma posição, nos torna iguais.
Se parássemos para pensar que todo mundo erra. Se parássemos para ponderar que todos nós tomamos decisões absurdas, que todos somos imperfeitos, maus, e que esse todo mundo, inclui, você e eu, então perdoaríamos mais, aceitaríamos às diferenças, não apontaríamos tantos os defeitos, não apedrejaríamos com facilidade.
Pelo contrário, teríamos a atitude de fica no lugar do nosso próximo, exercitariamos mais a empatia, aprenderíamos a ouvir antes de julgar, ou nem julgaríamos, uma vez que o lugar em que nosso amigo estar já fomos um dia, mesmo se não fomos, uma coisa é certa, já maculamos tanto nossas mãos, quanto nossas vestes, assim sendo, a melhor atitude é a humildade.
Se entendermos que a estrada de todos nós, independente de qualquer que seja, há dias que tem espinhos, outros que há flores, ou seja, ás oportunidades estão para todos. Deste modo, não mais torceremos pela desgraça de ninguém, nem sorriremos pela tristeza do próximo, mas prantearemos pelas derrotas um dos outros.
Se todos reconhecessem que somos errados, frágeis, vulneráveis; reconhecessem, a grande realidade, que todo mundo erra e que poucos perdoam, desapareceria às rivalidades, o fato de um querer ser superior que o outro. Morreria, perderia o significado, o egocentrismo, bem como o individualismo perderia o absolutismo, e o amor reinaria.
Finalmente, se entendêssemos que apesar de sermos indivíduos somos iguais, ruiria às guerras, os muros religiosos, filosóficos, financeiros que excluem, isolam, criam diferenças. Penso que esse seria o dia áureo da história, da humanidade, o dia que todos entenderem que somos irmãos.
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